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domingo, 7 de fevereiro de 2021

Domingo de tarde

 Havia aquela do Parafuso, o que é que você vais fazer nos domingo de tarde, mas só pode ser entoada pela Sara Tavares. Por isso…



Amália Rodrigues — Fado Português
(Régio, Oulman, 1965)

6 comentários:

  1. Ana Paula8/2/21 02:21

    Aí, essa do Domingo a tarde...que grande salto no tempo...(é bom).
    (Já o Bic Laranja é outro!)

    Vou continuar a ler...

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  2. Ana Paula8/2/21 02:28

    Esta(e outras) músicas de Amália, nem comento, que quando se ouve dá uma sensação que nem sei como é, se é um doer bom, devagarinho, fino, ou se ficamos sem conseguir dar a volta ao ar cá dentro...

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  3. Pois, é assim uma coisa que se nem explica, só se da por ela.
    Poucos já darão, temo!...
    Cumpts.

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  4. Anónimo9/2/21 18:02

    Há uns bons anos, talvez nos anos de 1980, apareceu uma senhora na tv, que cantava o chamado "fado aristocrático", a criticava estes fados da Amália, os outros piegas e do coitadinho dos fadistas de taberna. Para ela o verdadeiro fado era o do género "Cavalo russo.." e outros sem ser de amores ou desamores, não conseguindo explicar essa razão.
    Em 2006, pelo Natal, na cidade de Breda (Países Baixos) passei numa rua enfeitada e de grande movimento surgindo na música ambiente um fado cantado pela Teresa Tapadas. Parece que estavam a passar música de vários países.

    Cumpts.


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  5. São gôstos. Melhor que modas, que muita vez são desgôstos.
    Faz-nos falta ouvir o fado antes de 1900 para saber como era. Nos anos das 78 r.p.m. ainda era acompanhado a piano.
    Cumpts.

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