
Nada menos que da idade de ouro da literatura portuguesa! — c’ um c…araças! Caganda intelectual! E vivaça. Como que a projectar em si a idade de ouro.
O ensaísta finado era muito melhor amigo que mestre, bem vejo. Sempre sublimou o impossível com a amizade, o que não deixa de ser de mestre.
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