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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Idioma super absorvente

Clementine a m.png


«Clementine a marca portuguesa [!] eco-friendly [?] de pensos e tampões higiénicos», in Observidor [isto mesmo], 29/X/20.

8 comentários:

  1. Inspector Jaap6/11/20 12:28

    Hoje em dia, alguém que não mande umas patacoadas em estrangeiro, não tem hipótese de pertencer ao jet-6; isto só vai é piorar.
    Cumpts

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  2. Provavelmente, produto para exportação.
    Clementine, talvez descendente de emigrantes em França.
    Pior seria Elizabete.

    Cumpts.

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  3. Especialmente quando é a Elisabete II de Inglaterra. Se for o príncipe William já não.
    Cumpts.

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  4. Claro. Vai o portugalinho inteiro dar orgulhosamente numa região autónoma.
    Cumpts.

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  5. Inspector Jaap6/11/20 17:12

    Apesar de este último ser filho do príncipe Carlos, de Inglaterra!!!
    Cumpts

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  6. Admira-me perdurar o parque Eduardo VII, em plena Lisboa, não obstante velhos pergaminhos contarem de el-rei Edward, filho da rainha Phillipa e dum bastardo real português que foi CEO da Avis, aquela rent-a-car.
    Cumpts.

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  7. Sim
    Mas, para ser mais export seria com z, e Guilhermina não seria comercial.
    Em tempos questionei uma Colaboradora(?)de Loja, porquê Elisabete e não Isabel, porque a irmã mais velha já se chamava Isabel.

    Cumpts.

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  8. Os romanos tinham poucos nomes próprios. E pouca imaginação. Ao depois de quatro filhos punham-lhe Quintus, Sextus, Septimus, Octavius…
    Esses das isabéis ainda tinham menos imaginação.
    Cumpts.

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