É o que lhe disse, este comunista dum raio, Costa, devia ser posto na rua por indecente e má figura. E segundo diz quem sabe da poda, é o que lhe vai acontecer não tarda muito. Dizem que ele não passa do próximo ano, em Outubro, nessa altura será tarde demais. O povo tem que se revoltar como já está a acontecer em muitos países europeus. Maria
É uma estupidez todo esta mascarada. Quem tiver de morrer, morre e a culpa é dos chineses, não há mais explicação. Até parece uma guerra entre as agências funerárias e o comércio de máscaras e doutros produtos contra a gripe.
Não passa de um boçal a quem o poder subiu à cabeça, mesmo tendo lá chegado da forma que todos sabemos. Um banho de alcatrão e penas e largado ali na fronteira com Badajoz seria o recomendável. Cumprimentos.
Mas... foi eleito! E nas próximas eleições, vai ser o partido que mais votos terá! O povo é masoquista, gosta disto! Deve achar graça... Agora não nos podemos esquecer que ele ainda se mantém graças a um palhaço, um invertebrado, um traidor, um merdas que está no palácio de Belém. Esse, sim, apara-lhe os golpes todos.
Quem vota nele e que o faz ganhar as eleições? Pois claro, os seis milhões(?) de funcionários públicos que vivem das benesses e aumentos com que ele volta e meia os beneficia. Sem ele ser posto na rua, não passaremos infelizmente desta morte lenta como povo. Só assim nos livraremos deste déspota traidor. Maria
Uma vasta clientela. Mas, sai este vem outro. Tivemos o Sócrates, seguiu-se este. Os que aparecem de permeio dão no mesmo. É tudo da mesma linhagem. Dantes ainda mudavam as moscas. Cumpts.
Pois tem razão, mas há um modo de o fazer, é pô-lo na rua a bem ou a mal. Quem o pode fazer?, ora, além dos militares patriotas, os portugueses de bem que todos juntos ainda perfazem a maioria, felizmente. Já faltou mais. Pode crer. Maria
As constas têm de ser muito bem feitinhas, não pode ser como o outro 'seis milhões de funcionários, somos dez milhões com tudo incluído e somos a maioria... é só fazer as contas'.
Faça lá! Entre funcionários no activo, reformados, empregados de empresas subvencionadas, desempregados e indigentes a subsídio… Não sei se deixei alguém de fora. Cumpts.
Tira-se já a prova: - Dez milhões menos-seis milhões=sobram quatro milhões. - Quatro milhões-menos quase dois milhões no berço, a gatinhar, a correr e a saltar e a chatear=sobram dois milhões para o que faltar. Mas, nunca fiando na matemática como ciência exata.
Tudo incluído, não. Temos cinco milhões de portugueses emigrados e que são PATRIOTAS a valer. Eu sei porque conheço muitos deles, aliás nas eleições eles provam-no votando sempre à direita. Eles não são como estes gatos pingados que fingem que nos governam. Estes descendem dos outros traidores - e seguem a mesmíssima cartilha - que venderam Portugal e as Províncias Ultramarinas por dez reis de mel cuado. Maria
Uns milhões, não. Dos que fugiram ao serviço militar com a desculpa de não irem combater em África, poucos milhares teram sido motivados por esse facto, mas os duzentos ou trezentos, se tanto, que fugiram cobardemente do País com a desculpa de serem contra o Estado Novo, foram os baladeiros que se exibiam nos corredores do Metro e pelas ruas de Paris e que por pura interesseirice aderiram aos movimentos socialista e comunista - estando os dirigentes destes futuros partidos a viver uma vida regalada nessa cidade com a protecção da maçonaria francesa - para usufruirem da futura protecção política de que aliás já beneficiavam. Todos eles traidores à Pátria e exactamente por isso foram acolhidos de braços abertos por Soares e Cunhal com o aviso de mais tarde colaborarem na destruição do País e virar do avesso a ordem estabelecida. Depois do 25/4 este bando oportunìsticamente aderiu de imediato aos movimentos da extrema esquerda como convinha (nada de se juntarem aos partidos do sistema para fingirem que nada tinham a ver com os mentores do Golpe de Estado) mas desde então até hoje continuaram com a protecção do Sistema, este sob o comando férreo dos traidores Soares e Cunhal, enquanto foram vivos. Agora é o comunista Costa que tomou a dianteira.
Estas duas ou três centenas de apátridas fugidos aos seus deveres cívicos, que viviam em Paris de piscates e cantorias nos corredores do Metro e pelas ruas (trabalhar no duro não era com eles, eram uns privilegiados à espera da futura vida dourada prometida pelo traidor-mor), dentre os muitos crimes de lesa-pátria, atentados, conspirações e actos subversivos e crimes de sangue por eles praticados no regresso ao País, esteve o imperdoável incêndio à Embaixada de Espanha tendo como instigador e comandando as 'tropas' o hipócrita e cínico Durão Barroso. Os estragos de muitos milhares de contos foram pagos por todos nós, portugueses de bem. Todos os gravíssimos crimes praticados durante largo tempo por estes bandidos tiveram o beneplácito dos traidores Soares e Cunhal.
Os milhões de portugueses que saíram do País para procurar melhor vida e um dia regressarem ao seu querido País, esses eram e continuam a ser fiéis à Patria e todos eles são de direita. Sei por informação directa que eles, os que lá ficaram, odiavam e continuam a odiar os comunistas e socialistas e quando votavam e votam em eleições era e continua a ser no PSD e CDS. Maria
Maria Está mal informada e desatualizada. Mal informada por os tais baladeiros em Paris não terem sido mais de meia dúzia, que regressaram sem procurar ser favorecidos, uns até já morreram e outros ainda vivos sempre vivendo fora dos ambientes do oportunismo artístico/estrelado antes dentro dum certo anti vedetismo. E está desatualizada não quanto aos 'milhões de Portugueses que saíram do País para procurarem melhor vida', mas quanto aos que regressaram e, também, quanto à sua informação directa: de um milhão e quatrocentos mil de recenseados costumam votar pouco mais de dez por cento, ultimamente, no PSD e PS.
É o que lhe disse, este comunista dum raio, Costa, devia ser posto na rua por indecente e má figura. E segundo diz quem sabe da poda, é o que lhe vai acontecer não tarda muito. Dizem que ele não passa do próximo ano, em Outubro, nessa altura será tarde demais. O povo tem que se revoltar como já está a acontecer em muitos países europeus.
ResponderEliminarMaria
É uma estupidez todo esta mascarada.
ResponderEliminarQuem tiver de morrer, morre e a culpa é dos chineses, não há mais explicação.
Até parece uma guerra entre as agências funerárias e o comércio de máscaras e doutros produtos contra a gripe.
Cumprimovelos, nunca fiando
Não passa de um boçal a quem o poder subiu à cabeça, mesmo tendo lá chegado da forma que todos sabemos. Um banho de alcatrão e penas e largado ali na fronteira com Badajoz seria o recomendável.
ResponderEliminarCumprimentos.
Mas... foi eleito!
ResponderEliminarE nas próximas eleições, vai ser o partido que mais votos terá! O povo é masoquista, gosta disto! Deve achar graça...
Agora não nos podemos esquecer que ele ainda se mantém graças a um palhaço, um invertebrado, um traidor, um merdas que está no palácio de Belém. Esse, sim, apara-lhe os golpes todos.
Foi eleito, pois. À martelada.
ResponderEliminarO outro foi eleito, também. À marcelada.
Bem vê, os votinhos só dão para esta marmelada.
Abraço!
Sim. Muito recomendável.
ResponderEliminarCumpts.
É ao que a inteligência chegou. Focinheiras contra o medinho.
ResponderEliminarCumpts.
Ninguém vai pô-lo fora. O gajo é rato; pira-se antes.
ResponderEliminarCumpts.
Apareceu escrito numa parede 'nem votos nem devotos' e alguém, depois, acrescentou 'em que ficamos?'.
ResponderEliminarCumpts.
Ficamos assim.
ResponderEliminarCumpts.
ah!ah!ah!, 'tá boa.
ResponderEliminar(não me recordo da data)
Cumpts.
Quem vota nele e que o faz ganhar as eleições? Pois claro, os seis milhões(?) de funcionários públicos que vivem das benesses e aumentos com que ele volta e meia os beneficia. Sem ele ser posto na rua, não passaremos infelizmente desta morte lenta como povo. Só assim nos livraremos deste déspota traidor.
ResponderEliminarMaria
Uma vasta clientela. Mas, sai este vem outro. Tivemos o Sócrates, seguiu-se este. Os que aparecem de permeio dão no mesmo. É tudo da mesma linhagem. Dantes ainda mudavam as moscas.
ResponderEliminarCumpts.
Pois tem razão, mas há um modo de o fazer, é pô-lo na rua a bem ou a mal. Quem o pode fazer?, ora, além dos militares patriotas, os portugueses de bem que todos juntos ainda perfazem a maioria, felizmente. Já faltou mais. Pode crer.
ResponderEliminarMaria
As constas têm de ser muito bem feitinhas, não pode ser como o outro 'seis milhões de funcionários, somos dez milhões com tudo incluído e somos a maioria... é só fazer as contas'.
ResponderEliminarFaça lá! Entre funcionários no activo, reformados, empregados de empresas subvencionadas, desempregados e indigentes a subsídio…
ResponderEliminarNão sei se deixei alguém de fora.
Cumpts.
Tira-se já a prova:
ResponderEliminar- Dez milhões menos-seis milhões=sobram quatro milhões.
- Quatro milhões-menos quase dois milhões no berço, a
gatinhar, a correr e a saltar e a chatear=sobram dois
milhões para o que faltar.
Mas, nunca fiando na matemática como ciência exata.
Cumpts.
ExaCtamente. E noves fora, nada. Uma cambada de zeros!
ResponderEliminarCumpts.
Exaccccctamente
ResponderEliminarO sotor do AO fez a revisão sem autorização.
Um abusador desqualificado.
ResponderEliminarCumpts.
Tudo incluído, não. Temos cinco milhões de portugueses emigrados e que são PATRIOTAS a valer. Eu sei porque conheço muitos deles, aliás nas eleições eles provam-no votando sempre à direita. Eles não são como estes gatos pingados que fingem que nos governam. Estes descendem dos outros traidores - e seguem a mesmíssima cartilha - que venderam Portugal e as Províncias Ultramarinas por dez reis de mel cuado.
ResponderEliminarMaria
Maria
ResponderEliminarDesses cinco milhões bem coados estarão uns milhões que deram o salto nos anos 1950/60, muitos deles desertores do serviço militar obrigatório.
Uns milhões, não. Dos que fugiram ao serviço militar com a desculpa de não irem combater em África, poucos milhares teram sido motivados por esse facto, mas os duzentos ou trezentos, se tanto, que fugiram cobardemente do País com a desculpa de serem contra o Estado Novo, foram os baladeiros que se exibiam nos corredores do Metro e pelas ruas de Paris e que por pura interesseirice aderiram aos movimentos socialista e comunista - estando os dirigentes destes futuros partidos a viver uma vida regalada nessa cidade com a protecção da maçonaria francesa - para usufruirem da futura protecção política de que aliás já beneficiavam. Todos eles traidores à Pátria e exactamente por isso foram acolhidos de braços abertos por Soares e Cunhal com o aviso de mais tarde colaborarem na destruição do País e virar do avesso a ordem estabelecida. Depois do 25/4 este bando oportunìsticamente aderiu de imediato aos movimentos da extrema esquerda como convinha (nada de se juntarem aos partidos do sistema para fingirem que nada tinham a ver com os mentores do Golpe de Estado) mas desde então até hoje continuaram com a protecção do Sistema, este sob o comando férreo dos traidores Soares e Cunhal, enquanto foram vivos. Agora é o comunista Costa que tomou a dianteira.
ResponderEliminarEstas duas ou três centenas de apátridas fugidos aos seus deveres cívicos, que viviam em Paris de piscates e cantorias nos corredores do Metro e pelas ruas (trabalhar no duro não era com eles, eram uns privilegiados à espera da futura vida dourada prometida pelo traidor-mor), dentre os muitos crimes de lesa-pátria, atentados, conspirações e actos subversivos e crimes de sangue por eles praticados no regresso ao País, esteve o imperdoável incêndio à Embaixada de Espanha tendo como instigador e comandando as 'tropas' o hipócrita e cínico Durão Barroso. Os estragos de muitos milhares de contos foram pagos por todos nós, portugueses de bem. Todos os gravíssimos crimes praticados durante largo tempo por estes bandidos tiveram o beneplácito dos traidores Soares e Cunhal.
Os milhões de portugueses que saíram do País para procurar melhor vida e um dia regressarem ao seu querido País, esses eram e continuam a ser fiéis à Patria e todos eles são de direita. Sei por informação directa que eles, os que lá ficaram, odiavam e continuam a odiar os comunistas e socialistas e quando votavam e votam em eleições era e continua a ser no PSD e CDS.
Maria
Maria
ResponderEliminarEstá mal informada e desatualizada.
Mal informada por os tais baladeiros em Paris não terem sido mais de meia dúzia, que regressaram sem procurar ser favorecidos, uns até já morreram e outros ainda vivos sempre vivendo fora dos ambientes do oportunismo artístico/estrelado antes dentro dum certo anti vedetismo.
E está desatualizada não quanto aos 'milhões de Portugueses que saíram do País para procurarem melhor vida', mas quanto aos que regressaram e, também, quanto à sua informação directa: de um milhão e quatrocentos mil de recenseados costumam votar pouco mais de dez por cento, ultimamente, no PSD e PS.
Atenção à ortografia.
ResponderEliminarObg.!
Pois, o estrelato não incomoda.
ResponderEliminarObg. pela revisão.
Cumpts.