Tive uns familiares que habitaram num destes edifícios durante alguns anos. Sempre que os visitava, achava este conjunto terrivelmente triste e mesmo depressivo, talvez por ser, compreendo-o agora, um exemplo acabado de uma certa escola arquitectónica europeia onde a dimensão humana não era a principal preocupação e que teve o seu auge no período imediato ao pós-guerra, nos anos 50 e 60.
Nessa época aindam intervalavam os monstros com uns relvados, uns jardins, como nos Olivais. Mas depois nem isso. Betão a eito rende mais. Conhecerá o que edificaram já neste século onde era o Pão de Açúcar dos Olivais… Cumpts.
Um horror isso que fizeram nos Olivais… Mas regressando ainda aos tais familiares, penso que para eles a coisa também não deveria ser muito agradável, habituados que estavam a residir num andar quase labiríntico — que eu ainda conheci — de um prédio sito na Avenida Barbosa du Bocage, quase no gaveto da Avenida da República, e que por aquela época da primeira metade dos anos 70 havia sido vítima de camartelo arrasador.
Como me lembro da construção destes "mamarrachos"...
ResponderEliminarE o problema de que falavam na altura, por ser muito perto do Aeroporto...!
E são.
ResponderEliminarPós-modernismo em acção!
Cumpts.
Tive uns familiares que habitaram num destes edifícios durante alguns anos. Sempre que os visitava, achava este conjunto terrivelmente triste e mesmo depressivo, talvez por ser, compreendo-o agora, um exemplo acabado de uma certa escola arquitectónica europeia onde a dimensão humana não era a principal preocupação e que teve o seu auge no período imediato ao pós-guerra, nos anos 50 e 60.
ResponderEliminarNessa época aindam intervalavam os monstros com uns relvados, uns jardins, como nos Olivais. Mas depois nem isso. Betão a eito rende mais. Conhecerá o que edificaram já neste século onde era o Pão de Açúcar dos Olivais…
ResponderEliminarCumpts.
Um horror isso que fizeram nos Olivais…
ResponderEliminarMas regressando ainda aos tais familiares, penso que para eles a coisa também não deveria ser muito agradável, habituados que estavam a residir num andar quase labiríntico — que eu ainda conheci — de um prédio sito na Avenida Barbosa du Bocage, quase no gaveto da Avenida da República, e que por aquela época da primeira metade dos anos 70 havia sido vítima de camartelo arrasador.