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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa (1139-1521)

Saturnino Monteiro, «Batalhas e Combates da Marinha Portuguesa (1139-1521), vol. I, 1.ª ed., Sá da Costa, Lisboa, 1989»


 Este I vol. começa na armada de D. Fuas no tempo D. Afonso Henriques e termina na batalha de Chaul em 1521-22. Comprei-o na Feira do Livro de 2003 a um décimo do preço, salvo êrro; uma promoção para motivar o leitor e interessá-lo para os restantes vols.? Li-o então até ao comêço dos feitos da Índia e, guardei essa melhor parte para ao depois. Só que, ficou esquecido até há dias. (Entre tanto a editora faliu… — Já Portugal, acabara antes, num grande acidente nacional…) A linguagem é clara e as descrições das batalhas e dos combates são ilustradas por mapas, o que torna a leitura agradável e mais esclarecida. Essencial para lembrar ao futuro da fibra dos portugueses de antigamente.

10 comentários:

  1. Fibra e alguma matéria prima nunca nos faltou, não fora o grande acidente nacional de 04 de Agosto de 1578.
    Li, em tempos, que a idiotice de Alcácer Quibir teria sido engendrada, como a da recente 'armas de destruição massiva', pelos familiares, aqui do lado, para acabar com toda a nobreza oponente a uma União Ibérica.

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  2. Heróis do mar,
    Nobre Povo
    Nação valente,
    MORTAL.

    A Nação, morreu
    De uma virose letal:
    O esquerdismo ateu,
    Faz anos quarenta e tal

    Seu corpo, putrefacto
    É pasto de gusanos.
    Por abutres desmembrado,
    Há mais de quarenta anos.

    Ficam os ossos e cisco
    Que um dia se juntarão
    aos da Capela de S. Francisco
    Após maldita digestão.

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  3. Leu bem, mas há-de estar mal. A união ibérica, andam a fabricá-la por certas lojas discretas, agora. Derrube da monarquia dos Borbones, fragmentação das Espanhas e… portugalinho marchando para uma federação de repúblicas ibéricas.
    Se gosta de teorias pondere as maquinações com Catalunha.
    Cumpts.

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  4. De teorias, só estudei algumas das científicas conhecidas.
    Ainda há pouco anos apareceu uma de um cientista português alterando de 'penso logo existo' para 'existo porque penso', explicando que Descartes não conhecia o cérebro humano como agora o conhecemos.
    Cumpts.

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  5. Um estrangeirado. Sabem sempre mais, esses. Como tudo o que vem la de fora.
    Cumpts.

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  6. Esset ei terra levis.
    Requiescat in pace.

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  7. Parece que este é que ensinou os de lá de fora.
    Cumpts.

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  8. Doutorou-se cá.

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  9. E exportou-se para ensinar ao mundo e ao rectângulo o que aprendeu no rectângulo e o rectângulo não sabia nem o mundo.
    Agora que penso, logo exausto.
    Cumpts.

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