Referi-me ontem pelo nome devido à ponte que os revolucionários libertadores do povo e da classe operária construíram sobre o Tejo somente dias após o grande acidente nacional.
Sacrilégio! Que fui eu escrever!
A vulgaridade reles aflorou-me célere, pela madrugada, à caixa de comentários [e continua (12h44m); e não despega (13h01m)]. Cuido até que haja havido senha de E depois do Adeus (sanha houve de certezinha) dalgum sarnoso que para aqui anda à procura de tribuna — o típico democrata popular defensor acérrimo de que o que é seu é seu, o que é dos outros (até os blogos) é colectivo, como a farramenta do outro.
Confesso já estar como dizem os taxistas: um salazar, só, era pouco.

Salazares, ex-Portugal — (c) 2020
E aqui estão dois salazares muito úteis nesta república abrileira, cujo uso acompanho sempre com uma cantilena, "...e rapa o tacho, rapa tacho. Cumprimento-o pelo seu mais fino humor. jcb
ResponderEliminarE de cores monárquicas.
ResponderEliminarObrigado!
Os Homens dividem-se em três grupos:
ResponderEliminarOs que CONSTROEM,
os que DESTROEM e
os PARASITAS (porque não constroem nem destroem para viverem simplesmente do trabalho alheio.
Ele CONSTRUIU.
Estes além de destruir ainda distribuem recursos pelos parasitas!
Estamos entregues aos bichos.
É verdade. Bem visto.
ResponderEliminarCumpts.