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sábado, 2 de maio de 2020

Dois salazares

 Referi-me ontem pelo nome devido à ponte que os revolucionários libertadores do povo e da classe operária construíram sobre o Tejo somente dias após o grande acidente nacional.
 Sacrilégio! Que fui eu escrever!
 A vulgaridade reles aflorou-me célere, pela madrugada, à caixa de comentários [e continua (12h44m); e não despega (13h01m)]. Cuido até que haja havido senha de E depois do Adeus (sanha houve de certezinha) dalgum sarnoso que para aqui anda à procura de tribuna — o típico democrata popular defensor acérrimo de que o que é seu é seu, o que é dos outros (até os blogos) é colectivo, como a farramenta do outro.


 Confesso já estar como dizem os taxistas: um salazar, só, era pouco.


IMG_0122.jpg


Salazares, ex-Portugal — (c) 2020

4 comentários:

  1. E aqui estão dois salazares muito úteis nesta república abrileira, cujo uso acompanho sempre com uma cantilena, "...e rapa o tacho, rapa tacho. Cumprimento-o pelo seu mais fino humor. jcb

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  2. E de cores monárquicas.
    Obrigado!

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  3. Os Homens dividem-se em três grupos:

    Os que CONSTROEM,

    os que DESTROEM e

    os PARASITAS (porque não constroem nem destroem para viverem simplesmente do trabalho alheio.

    Ele CONSTRUIU.

    Estes além de destruir ainda distribuem recursos pelos parasitas!
    Estamos entregues aos bichos.

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  4. É verdade. Bem visto.
    Cumpts.

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