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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Bípedes antigos e modernos

 Hoje vi um cão, um cãozinho, a sair do Metropolitano. Saía por ele. Trazia um bípede atrelado.


Metropolitano de Lisboa, Saldanha (H. Novaes, 1959)
Metropolitano de Lisboa, Saldanha, 1959.
H. Novaes, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.

 O bípede do cão não era cego.

3 comentários:

  1. À data dessa foto, ainda não tinha nascido, mas ainda me lembro bem do Metropolitano com esse aspecto.
    Sou mais de gatos, mas se todos os males do mundo fossem os canídeos andarem de Metropolitano, estava o mundo bem. Há por lá, bipedes que cheiram bem pior :)
    Cumprimentos.

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  2. Bem vê. O caso não é o chêro. São as modas a sobreporem-se a tudo.
    Cumpts.

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  3. Sim, eu entendi, mas o mundo é feito de mudança, se bem que cada vez mais, muda-se para pior. É um facto.
    Cumpts.

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