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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

A Hollanda

 Esta menhãa andava á procura d' A Hollanda. Não sabia d'ella e não havia mappa que me podesse valer.
 Estava aqui, na esquina do Elucidário.


Ramalho Ortigão, «A Hollanda», Magalhães & Moniz , Porto, 1885
Ramalho Ortigão, A Hollanda, Magalhães & Moniz, Porto, 1885.




(1.ª edição portugueza compilando os artigos sobre Hollanda publicados na «Gazeta de Noticias» do Rio de Janeiro ao longo de uma collaboração de oito anos, onde se descrevem as origens, as cidades e os campos, as casas e as gentes, as colonias, a arte, a instrucção e a cultura dos hollandezes.)

4 comentários:

  1. Na língua holandesa há palavras interessantes, melhor dizendo com grafia interessante.
    Em Dezembro de 2002 visitei a cidade de Breda, no sul da Holanda, que festejava o Natal e os 500 anos da sua fundação.
    As ruas com decorações de Natal também apresentavam vários letreiros com inscrições '500 jaar - we hebben eer in ONZE stad', com 500 e ONZE em grande relevo.
    A palavra ONZE deixou-me curioso, afinal o que estava escrito por toda a cidade era
    '500 anos - Temos muita honra na NOSSA cidade'

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  2. É verdade!
    Há meses topei com um cartaz que dizia «TAP voor supersnelle zone vluchten». Aprendi que zone estava mal escrito…
    Cumpts.

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  3. Onde arranjou tão bonitas e bem conservadas capas dos seus livros? Já os comprou assim ou mandou colocar capas novas? Aliás já foi por aqui publicando outros tão bem conservados como estes. Parabéns.

    Olhe, muitos dos livros que possuo, dos nossos melhores escritores do passado, alguns trouxe de casa dos meus Pais, outros fomos comprando em livrarias que possuiam edições antigas e algumas até primeiras edições, estas por vezes duplicando as mesmas que já cá tinha. Estas resolvi adquiri-las pela belíssima encardenação e magníficas e bem conservadas capas de pele, por ex.: de Camilo, Pessoa, Eça, Garrett e até, imagine!, de Camões. Sabe onde foi isto? Há muitos anos no Rio de Janeiro, numa feira de rua onde havia todo o tipo de óptimos livros antigos e modernos. Tudo do melhor que se pode comprar neste campo. Adorei.
    Maria

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  4. Morro por ricas encadernações! Coisa do passado, superiormente decorativa (os livros em geral fazem bela decoração, mas as modas andam agora pelo minimalismo, um eufemismo para o ódio ao ornamento e ao belo).
    A Hollanda já comprei assim, em meia francesa em pele com os cantos, se bem que os cantos estejam a mostrar «cansaço». Não sei a idade que tem. A edição é de 1885.
    O Elucidário é a encadernação original do próprio editor.
    Cumpts. :)

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