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domingo, 27 de outubro de 2019

A História é mais ou menos esta…


José Hermano Saraiva, Barcelos canta de galo.
(Horizontes da Memória, R.T.P., 26/X/1997.)

4 comentários:

  1. Já vi este episódio quando passou há décadas na RTP. Aqui também o revi há pouco tempo, parece-me. Mas vou voltar a vê-lo um dia destes:)
    Maria

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  2. Já o publiquei, mas só a partir da parte final, dos seguranças.
    Gosto deste episódio; começa muito bem: o cenário e a música dum dum certo bucolismo, seguida da história do galo.
    Pelo meio a história do Barbadão. O Barbadão! Sapateiro de Veiros…
    Cumpts. :)

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  3. É exactamente como diz. Muito curiosa a história do Barbadão. Comecei por achar que não valia a pena rever este episódio, já que sobre o galo de Barcelos lembrava-se de quase tudo...

    Qual quê, valia sim senhor! Uns minutos após o seu início fiquei mais uma vez presa às imagens dos belos e antiquíssimos monumentos - um deles històricamente importante mas tristemente em ruínas por total desinteresse dos poderes instituídos, poderes que estranhamente (ou não) trinta anos antes o tinha classificado como "monumento de interesse nacional", conforme o Professor bem lembrou - acompanhados pelo seu discurso persuasivo e incomparável.

    Não houve uma única história, das centenas de episódios divididos pelas várias séries apresentadas, que não tivesse imenso interesse e todas narradas como só ele sabia.

    O Prof. mencionou com saudade a morte da Princesa Diana, alguém que tudo quanto queria na vida era fazer o bem - tal como o havia feito a condessa/duquesa citada no episódio - aos mais desfavorecidos e ainda teve tempo de o demostrar através dos inúmeros e inesquecíveis actos de amor ao próximo praticados. O Professor prestou-lhe uma pequena mas bonita homenagem.

    Este episódio foi gravado no ano em que Diana foi assassinada, 1997. Este facto já está mais do que provado. Aliás ela própria deixou por escrito, meses antes do seu fim trágico, que o marido a iria assassinar através de um acidente de carro ou doutra maneira qualquer. E infelizmente foi o que sucedeu.
    Maria

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  4. A gente gosta de quem sabe contar um boa história. E a História está pejada delas.
    Que bem que o prof. Hermano Saraiva contava histórias. E com esse jeito ensinava História. Ao contrário de aborrecidos catedráticos que tanto o criticavam e que só publicam História «como ciência», que a ninguém prende a atenção e a ninguém ensina, por conseguinte.
    Cumpts.

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