O grave problema é de como foi/é ensinada a nossa língua aos jovens de hoje e, no caso destes jornalistas, aos menos jovens. Uma vergonha, é o que é. A culpa vai inteirinha para os falsos governantes que temos tido, por interposto Ministério da Educação, que introduziram este regime postiço à revelia dos portugueses.
Está-se perante um regime traidor e criminoso que a pouco e pouco foi destruíndo as nossas tradições seculares que nos legitimavam como País e Povo e, não satisfeitos, acabando por fim com a nossa Independência e Orgulho Nacional. Maria
Olhe, estava a ouvir as notícias creio que na SIC e nisto ouço o advogado Magalhães e Silva num discurso oral deplorável, ao tentar explicar a uma jornalista à sua frente uma eventual medida política, da seguinte maneira: "se TU tomas esta decisão, tu não consegues...(etc.); e ainda "se TU vais querer fazer... (etc.). Ele falava como se a rapariga à sua frente fosse a pessoa que iria tomar as medidas por ele sugeridas!!
Este conhecido advogado (um advogado, imagine-se!) com idade suficiente para ter aprendido a falar correctamente a nossa língua, fartou-se de dar exemplos hipotéticos empregando sempre o "TU" em lugar do sujeito indefinido ou abstracto, o que naquele caso era obrigatóio. Não se fala assim em português, está ERRADO.
Este é o modo lexical praticado em Espanha e nós estamos em Portugal, caramba! As duas línguas obedessem a critérios e estilos linguísticos diferenciados e como tal devem ser respeitados.
Como se costuma dizer "cada macaco no seu galho". Isto sob pena da abastardação de que o português tem vindo a ser objecto desde há décadas, atingir o ponto de não retorno. Como aliás foi o fito a que se propuseram os 'democratas' d'algibeira que fingem que nos governam, a partir do primeiro dia em que pisaram solo português. Maria
Não há nada a fazer. Eu já desisti. O tutear está para ficar. Se a segunda pessoa do plural já se extinguira, também o você vai às urtigas. De certo as flexões de género darão outrossim em algo «não binário» e aí sim, estaremos como o «americano» e prontos!
Exacto! Mas olhe que ouvir falar deste modo faz roer as entranhas. E faz sobretudo a alguém que aprendeu com extremo rigor o estudo da língua portuguesa.
Há dias tentei por três vezes enviar um comentário, um após outro simplesmente desapareceram. Nele salientava a falta que fazem os sinais gráficos nos vocábulos que os exigem. Sem eles os portugueses menos informados não sabem pronunciar correctamente as palavras acentuadas (ou não) tònicamente. Abrem as vogais que devem fechar e fecham as vogais que devem abrir.
Já para não falar na falta que fazem as consoantes mudas que, por obra e graça do criminoso AO90, desapareceram quase todas do nosso léxico. Sabendo nós que elas existiam/existem justamente para, tal como o X e Z, abrir a vogal que as precede.
Veio isto a propósito da insuportável Conceição Queiróz (e não é só por aquele cabelo pavoroso e inestético ao máximo pricipalmente por estar-se perante uma jornalista do telejornal) que não aprendeu a expressar-se clara e correctamente em português, além de deitar a fonética às urtigas...
Mas ela não tem culpa, o pior mesmo e estranhamente é o director de informação da TVI insistir em colocá-la frente às câmaras a cada Domingo. Qual será o motivo para um tal desconchavo? Será por ela ser filha, sobrinha ou afilhada do presidente ou do director do Canal? Deve ser isso.
É que nas democracias e a nossa não é excepção, a parentela dos políticos e de gente com cargos de topo, tem tacho para a vida. Que bom é viver em 'democracia', então não? Maria
Cada tiro, cada melro :)
ResponderEliminarCumprimentos.
O grave problema é de como foi/é ensinada a nossa língua aos jovens de hoje e, no caso destes jornalistas, aos menos jovens. Uma vergonha, é o que é. A culpa vai inteirinha para os falsos governantes que temos tido, por interposto Ministério da Educação, que introduziram este regime postiço à revelia dos portugueses.
ResponderEliminarEstá-se perante um regime traidor e criminoso que a pouco e pouco foi destruíndo as nossas tradições seculares que nos legitimavam como País e Povo e, não satisfeitos, acabando por fim com a nossa Independência e Orgulho Nacional.
Maria
Arre para a pontaria.
ResponderEliminarCumpts.
Bem vê! É a gèração mais preparada de sempre, dita «a mais bem»…
ResponderEliminarE esprime-se «mais bem» do que nunca!…
Cumpts.
Olhe, estava a ouvir as notícias creio que na SIC e nisto ouço o advogado Magalhães e Silva num discurso oral deplorável, ao tentar explicar a uma jornalista à sua frente uma eventual medida política, da seguinte maneira: "se TU tomas esta decisão, tu não consegues...(etc.); e ainda "se TU vais querer fazer... (etc.). Ele falava como se a rapariga à sua frente fosse a pessoa que iria tomar as medidas por ele sugeridas!!
ResponderEliminarEste conhecido advogado (um advogado, imagine-se!) com idade suficiente para ter aprendido a falar correctamente a nossa língua, fartou-se de dar exemplos hipotéticos empregando sempre o "TU" em lugar do sujeito indefinido ou abstracto, o que naquele caso era obrigatóio. Não se fala assim em português, está ERRADO.
Este é o modo lexical praticado em Espanha e nós estamos em Portugal, caramba! As duas línguas obedessem a critérios e estilos linguísticos diferenciados e como tal devem ser respeitados.
Como se costuma dizer "cada macaco no seu galho". Isto sob pena da abastardação de que o português tem vindo a ser objecto desde há décadas, atingir o ponto de não retorno. Como aliás foi o fito a que se propuseram os 'democratas' d'algibeira que fingem que nos governam, a partir do primeiro dia em que pisaram solo português.
Maria
Não há nada a fazer. Eu já desisti. O tutear está para ficar. Se a segunda pessoa do plural já se extinguira, também o você vai às urtigas. De certo as flexões de género darão outrossim em algo «não binário» e aí sim, estaremos como o «americano» e prontos!
ResponderEliminarCumpts.
Exacto! Mas olhe que ouvir falar deste modo faz roer as entranhas. E faz sobretudo a alguém que aprendeu com extremo rigor o estudo da língua portuguesa.
ResponderEliminarHá dias tentei por três vezes enviar um comentário, um após outro simplesmente desapareceram. Nele salientava a falta que fazem os sinais gráficos nos vocábulos que os exigem. Sem eles os portugueses menos informados não sabem pronunciar correctamente as palavras acentuadas (ou não) tònicamente. Abrem as vogais que devem fechar e fecham as vogais que devem abrir.
Já para não falar na falta que fazem as consoantes mudas que, por obra e graça do criminoso AO90, desapareceram quase todas do nosso léxico. Sabendo nós que elas existiam/existem justamente para, tal como o X e Z, abrir a vogal que as precede.
Veio isto a propósito da insuportável Conceição Queiróz (e não é só por aquele cabelo pavoroso e inestético ao máximo pricipalmente por estar-se perante uma jornalista do telejornal) que não aprendeu a expressar-se clara e correctamente em português, além de deitar a fonética às urtigas...
Mas ela não tem culpa, o pior mesmo e estranhamente é o director de informação da TVI insistir em colocá-la frente às câmaras a cada Domingo. Qual será o motivo para um tal desconchavo? Será por ela ser filha, sobrinha ou afilhada do presidente ou do director do Canal? Deve ser isso.
É que nas democracias e a nossa não é excepção, a parentela dos políticos e de gente com cargos de topo, tem tacho para a vida. Que bom é viver em 'democracia', então não?
Maria
Também me faz urticária. Mas para não me ver em cuidados sem fim, olhe, vou fazendo assim…
ResponderEliminarCumpts.