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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Aero-porto

Aero-porto, Lisboa (Mário de Novaes, in «Panorama», n.ºs 32-33, 1947)
(M. Novaes, Lisboa, 1947. In Panorama)

4 comentários:

  1. Fernando Antolin28/8/19 23:55

    Bem longe, para pior, do centro comercial em que se tornou aquilo ; bem sei do que falo, vai para 40 anos que lá trabalho...

    Cumprimentos

    Fernando Antolin

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  2. Centro comercial Humberto Delgado, o general Coca-Cola, ah ah ah!
    Há cada ironia.
    Cumpts.

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  3. Imagine-se a altura pela cintura da vedação que dividia o edifício da pista! Era assim e algum tempo depois foram-lhe acrescentados arbustos, mas a altura pouco aumentou. Qualquer pessoa podia saltar para a pista se quisesse..., só que no anterior regime jamais alguém pensaria em fazer uma tal coisa. Os portugueses eram cumpridores e civilizados. Naquele tempo não havia assaltantes, nem drogados, nem traidores, nem criminosos, nem traficantes, nem........

    Que saudades de um tempo que não volta mais. Então havia segurança, felicidade e alegria de viver em Portugal. Felizmente que no anterior regime era proibida a entrada no País de comunistas e socialistas/oposicionistas ao Regime, todos eles traidores à Pátria e quase todos terroristas.

    A entrada destes criminosos no País após o 25/4 teve como consequência o fim da segurança e da paz, além de quem finge que nos governa andar a infernizar-nos o espírito e a alma há mais de quarenta anos. Malditos.
    Maria

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  4. Era realmente outro tempo: descer do lugar deste aeroporto, cruzar uma avenida ampla ladeada de árvores e bonitas moradias e atingir uma cidade numa praça com esta monumentalidade


    Quási apetecia andar só para lá e para cá.

    :)

    Cumpts.

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