| início |

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Lisboa verosímil nos anos 30

Instituto Superior Técnico em Construção, Lisboa (P. Correia, c. 1934)
Vista aérea do Instituto Superior Técnico, Lisboa, ante 1934.
Fototipia animada do original de Pinheiro Correia, in archivo photographico da C.M.L.

4 comentários:

  1. Trabalho 'de Hércules' foi fazer uma cidade universitária no meio da saloioada. Chamam-lhe 'polo' hoje — polo é um jogo cavalgando, além de dois pontos ideais no planeta.
    Nem nada se advinha das 'avenidas novas'. Vê-se o viaduto da águas livres.

    ResponderEliminar
  2. Não. As avenidas novas estão lá, da Praia da Victoria (troço oriental) à de Berne; da dos Defensores de Chaves à do Marquês de Sá da Bandeira. Bem que as de António José de Almeida; Manuel da Maia e Rovisco Paes (e o próprio B.º do Arco do Cego) estejam só em embrião, as que se não vislumbram são a de D.ª Filipa de Vilhena e de Sinel de Cordes (crismada Alves Redol depois do grande acidente nacional); em sua vez ainda lá esta o troço desaparecido da Rua do Arco do Cego, de trás do Instituto Superior Técnico.
    O que se nem adivinha é a Alameda.
    Cumpts.

    ________
    P.S.: «pólo» é a língua de pau em vigor, imperativa — talvez do ing. «pole» (=«mastro», um pau em pé, para não dizer coisa pior…), porque a linguagem de hierárquica das escolas de ontem — «faculdade», «instituto», «liceu», «escola» — já não serve. Ofende a igualdade, que é o novo chic da actual modéstia peneirosa.

    ResponderEliminar
  3. Que foto absolutamente fantástica!
    Obrigado pela partilha.

    ResponderEliminar
  4. Folgo que tenha agradado.
    Obrigado eu!

    ResponderEliminar