
Areeiro, Lisboa – © 2019
(*) Edição da Abril/Controljornal [cop. 2000], trad. de Fernanda César. Não sei se a mais recomendada…
O livrinho parece que anda alçado no plano nacional de leitura, esse por onde andam e desandam o Eça ou Camillo em cada ano lectivo.
Na mão da passageira utente do autocarro, e julgando do amarelo das páginas ou das manchas na frente e na cabeça do livro, é natural que tenha passado bons anos emprateleirado.
Enfim! Tanta conversa porque os tempos são de muita leitura, agora, mas numas maquinetas irritantes que evoluíram do velho telefone. Muita «leitura», não leitura…
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