Lisboa, assinalando a carreira dos Transportes Aéreos Portugueses (T.A.P.) entre Lisboa e [a] Beira [inaugurada em 3 de Abril de 1961], chegam ao Aeroporto da Portela entidades oficiais e jornalistas da Beira, num avião Super-Constellation [CS-TLA, baptizado «Vasco da Gama»], a convite da administração da TAP.
Chegada de entidades oficiais e jornalistas da Beira, Aeroporto da Portela, 1961.
Archivo da R.T.P.

Achei graça à notícia. Esta porém nada terá a ver (ou terá) com outra de que me recordo e que terá ocorrido por esta altura, possìvelmente neste mesmo ano.
ResponderEliminarUm grupo de jornalistas e personalidades independentes (uma delas muito minha conhecida), a convite do Governo deslocou-se a Moçambique para ver in loco como é que as populações autóctones reagiam aos portugueses que lá viviam e que opinião tinham sobre serem governados pelo Estado Novo.
De regresso a Lisboa, ainda no Aeroporto e em directo, um deles afirmou sem hesitações que todos tinham sido bem recebidos pelos indígenas de todo o Território e que o haviam percorrido "duma ponta à outra". Mais acrescentaram terem-no feito sem qualquer protecção e perfeitamente à vontade. Em lado algum detectaram a mínima animosidade ou má vontade contra os portugueses, antes simpatia da parte de todos eles.
Esta viagem aconteceu para calar as 'bocas' dos anti-fascistas' e opositores ao Regime que por aquela altura (o que de resto já vinha acontecendo desde há vários anos) acusavam o Estado Novo de oprimir os povos africanos e propalavam aos quatro ventos em todas as estações de rádio e jornais europeus e norte-americanos que lhes dessem guarida, que aqueles povos odiavam os portugueses e que tudo quanto queriam era a independência. Então não queriam..., viu-se!
Sabemos desde há muito que as vergonhosas acusações e impropérios do pior contra o Estado Novo e seu Governante máximo não passaram de brutas calúnias e mentiras gigantescas vomitadas por traidores, criminosos e anti-patriotas. Se dúvidas houvesse todas elas estão mais do que provadas.
Era interessante que alguém trouxesse à internete essa notícia que veio nos jornais e o nome do grupo que integrou a visita a Moçambique nesse/ ano/s.
Maria
Oh Maria...
ResponderEliminarSe "uma delas muito minha conhecida", pois que seria uma ajuda para "o nome do grupo que integrou a visita a Moçambique".
Assim a "internete" ajudava na procura... digo!
Cumprimentos,
André Sousa
(digo eu!) - ficou em falta.
ResponderEliminarAndré Sousa, eu não publico o nome dessa pessoa minha conhecida porque ela pertence a uma família muito conhecida e sei perfeitamente que ela não gosta nem quere que o seu nome ande a passear pelas 'internetes' e/ou blogos.
ResponderEliminarIsto não obsta a que diga de quem se trata, mas fá-lo-ei sòmente ao dono desta Casa (se ele achar por bem, já que é perito na descoberta de notícias antigas de antes e do pós 25/4) por quem tenho um enorme respeito e em quem confio em absoluto.
Satisfeito, André Sousa?
Maria
Olá Maria,
ResponderEliminarEspero-a bem!
Por mim... não há nada a satisfazer!
O meu comentário (irónico, claro!) fez-me lembrar quando havia crianças por casas e... no seu lado infantil diziam "tenho uma coisa para te dizer... mas não digo, toma, toma!"
Ou seja... em modo resumo... a Maria não quer dizer o nome da pessoa - apenas para o "dono desta casa" (oh pah!) - mas... se o "dono da casa" descobrir a notícia e revelar as identidades... é uma maravilha... "e nem fui eu que disse!"
Alguém que ajude!
Basicamente... BIC em versão bufo!
Entenda-se bufo, no seu substantivo masculino como sopro forte!
Cumprimentos,
André Sousa
p.s. antecipando a resposta do BIC ... "ah e tal e coisa é um chato"... por amor da Santa... ou diz ou não diz... dizer que só diz se lhe pedirem e ao mesmo tempo "pedia ajuda" para encontrar a notícia... é no mínimo estranho... direi desta forma!
André Sousa, desculpe lá mas acho sua resposta um pouco confusa. Mas isso sou eu que digo e posso estar a interpretá-la mal...
ResponderEliminarMaria