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sábado, 2 de março de 2019

No tempo dos almeidas

No tempo dos almeidas, Rossio de Lisboa (J.H. Manara, 1972)
Daimler «Direitinho», Rossio, 1972.
Jean-Henri Manara, in Portugal (Flickr).

4 comentários:

  1. Anónimo3/3/19 02:45

    Mas ainda os/as há, só que com outros carrinhos...
    Maria

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  2. Há, mas este era da «cambra». Os de agora são da Junta. Cada Junta tem os seus almeidas, faz os seus contratos, compra as suas fardas aos fornecedores mais amigos. E os almeidas das Avenidas têm uma farda, os de Arroios outra, os do Areeiro outra…
    Um bodo à democracia, quiçá à regionalização (microgeográfica).
    Quanto a verrer a calçada, estamos como os calceteiros: não há.

    Cumpts.

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  3. Anónimo3/3/19 20:43

    Sabe que mais? Por estas e por outras é que o Dr. Salazar dizia com carradas de razão: "as democracias são muito caras". Oh se são!, esta seita vergonhosa que nos desgovera tem roubado biliões de contos, depois, euros aos portugueses desde 1974 e ainda não pararam. E todos eles, Soares à cabeça, quase todos uns pés-descalços, com o saque ao País ficaram todos bilionários em menos de nada. Todos estes ladrões de casaca mereciam a prisão perpétua.
    Maria

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  4. Anda tudo encardido. Os almeidas da Câmara lavavam as ruas regularmente e desentupiam as sargetas; os calceteiros levantavam as pedras e nivelavam as calçadas regularmente.
    Isto há quarenta e tal anos.
    Depois doi o descaso.
    E hoje é frequente ouvir os «inteligentes» da Câmara dizerem que a calçada portuguesa é má.
    Dar-lhes com um gato morto nas ventas ainda era pouco.

    Cumpts.

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