Um direitinho dos de 1 só piso, daqueles com três portas. Foram os primeiros autocarros com três portas que vi. Dei por eles na Morais Soares, salvo erro, na carreira 18 ou 42. Raramente (se alguma vez) os vi com a pintura original, meia verde, meia branca. Andei muita vez neles ao depois no autocarro do Cais do Sodré para as Portas de Benfica, o 15, já com a 2.ª pintura verde, a caminho de ser vertida em laranja.
Aqui, no Terreiro do Paço, também verde, anos antes de ser ele também vertido em laranja como os os autocarros da Carris, as carreiras da Rodoviária Nacional, os comboios da C.P. Mais parece que o horror do passado após o 25 de Abril grande acidente nacional deu numa enorme febre laranja, talvez síntese entre a febre amarela do entreguismo ultramarino e o vermelho do marxismo constitucional.

Daimler Freeline, nº de frota 75, na carreira 13, Terreiro do Paço, 1972.
Jean-Henri Manara, in Portugal (Flickr).
Caro Bic
ResponderEliminarNão me esqueço do som do motor destes Daimler (já na sua versão laranja)quando apanhava o 13 na Praça do Comércio para a Avenida D. Carlos. Era maravilhoso
Um abraço
Agora a mim, recordou-me V. o roncar dos Regent III, com os clunc das passagens de caixa e aquela espécie de silvo quando disparavam em 4.ª. Pelo empedrado da Infante D. Henrique as chapas da carroçaria chocalhavam de se ensurdecer.
ResponderEliminarNeste autocarros que para aí circulam sem chama nem charme, os solavancos e o chocalhar são iguais. Sem o charme dos antigos nem o almofadado dos assentos.
É só pugresso.
Cumpts.