Vamos lá ser maçadores. A central da Carris em Alcântara está entre a Rua 1o de Maio e a Av. 24 de Julho. A Norte fica um morro: o Alto de Santo Amaro. Com uma bela capela votiva, e lindos ajuleijos; no seu topo. O Nome espalhou-se ao morro (bairro do Alto de Santo Amaro) local de palacetes e de casas de arrendamento para operários. Pode-se ir a pé (da 1o de Maio até lá) pela calçada do Alto de Santo Amaro. O chão e as paredes visíveis na foto, não são de lá; devem ser da outra Central, nas Amoreiras. A Central das Amoreiras estava mais dedicada a autocarros, enquanto que a de Alcântara, a carros eléctricos. Ambas serviram para arrumar veículos bem como de oficinas. Sente-se que os pintores têm de serem artistas pelo seu à-vontade e pelo que alguns de nós viram a circular. Agora, haverá uns artistas que fazem um anúncio numa tela auto-colante. E também as há bonitas. cumprimenta
Certíssimo. Mas os topónimos, talvez da memória curta das gentes, tem tendência a estender-se e a acabarem noutras paragens; estou a lembrar-me da Portela de Sacavém, velho lugarejo varrido pela aerogare do mesmo nome e que hoje se aplica para cima de Moscavide; ou a Encarnação, cujo nome derivava dum convento outrora situado no lugar a que chamamos hoje RALis e que descaí para Sul, para um vasto bairro de casinhas que ocupou um sítio cujo nome era a Panasqueira e que há muito esqueceu. Em tempos falei disto... Os artistas agora são doutro estilo, muito mais artístico-urbano… Obrigado e feliz Natal!
Amoreiras está certo: Antes do actual Centro era um deposito de Autocarros e eléctricos da Carris em tudo idêntico ao actual de Santo Amaro.
ResponderEliminarOutros tempos.
ResponderEliminarPara eles, um trabalho destes, comparativamente aos cartazes de cinema de então, devia ser um biscate :)
Curiosa esta foto...
ResponderEliminarHoje seria um autocolante.
A elegância destes homens enquanto executam o seu trabalho é notável. Até o autocarro parece estar vaidoso...
ResponderEliminarVamos lá ser maçadores.
ResponderEliminarA central da Carris em Alcântara está entre a Rua 1o de Maio e a Av. 24 de Julho.
A Norte fica um morro: o Alto de Santo Amaro. Com uma bela capela votiva, e lindos ajuleijos; no seu topo.
O Nome espalhou-se ao morro (bairro do Alto de Santo Amaro) local de palacetes e de casas de arrendamento para operários. Pode-se ir a pé (da 1o de Maio até lá) pela calçada do Alto de Santo Amaro.
O chão e as paredes visíveis na foto, não são de lá; devem ser da outra Central, nas Amoreiras.
A Central das Amoreiras estava mais dedicada a autocarros, enquanto que a de Alcântara, a carros eléctricos. Ambas serviram para arrumar veículos bem como de oficinas.
Sente-se que os pintores têm de serem artistas pelo seu à-vontade e pelo que alguns de nós viram a circular.
Agora, haverá uns artistas que fazem um anúncio numa tela auto-colante. E também as há bonitas.
cumprimenta
Também calculei.
ResponderEliminarCumpts.
Bem lembrado. Hoje estes biscates são à la Gardère.
ResponderEliminarCumpts.
Salva a grafitagem, decerto.
ResponderEliminarCumpts.
Estes autocarros mesmo só com uma simples
ResponderEliminarCertíssimo. Mas os topónimos, talvez da memória curta das gentes, tem tendência a estender-se e a acabarem noutras paragens; estou a lembrar-me da Portela de Sacavém, velho lugarejo varrido pela aerogare do mesmo nome e que hoje se aplica para cima de Moscavide; ou a Encarnação, cujo nome derivava dum convento outrora situado no lugar a que chamamos hoje RALis e que descaí para Sul, para um vasto bairro de casinhas que ocupou um sítio cujo nome era a Panasqueira e que há muito esqueceu.
ResponderEliminarEm tempos falei disto...
Os artistas agora são doutro estilo, muito mais artístico-urbano…
Obrigado e feliz Natal!