Eléctrico 19 com atrelado, caminho do L. de D.ª Estefânia e com publicidade a Lumiar, Santos, 1965. John F. Bromley, Lisboa: diapositivos 1962–2004, in Flickr.
Essas fotografias com os eléctricos são uma delícia. Que nostalgia. Ainda tenho na memória o cheiro e som desses veículos. Infelizmente essa Lisboa morreu.
Andei muito nesses eléctricos,maioritariamente,nos atrelados! Marcaram-me a infância! Cheguei a ir ao Arco do Cego,sua estação terminal! Essa carreira foi suprimida há quase três décadas! Ainda deixa-me saudades!
Essas fotografias com os eléctricos são uma delícia. Que nostalgia. Ainda tenho na memória o cheiro e som desses veículos. Infelizmente essa Lisboa morreu.
ResponderEliminarBem verdade. Note a limpeza dos carros e da cidade!
ResponderEliminarCumpts.
Quanto à limpeza, caiu em desuso. Não se vêm papeis ou pontas de cigarros no chão e até as flores do jacarandá teimam em não cair
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarTambém reparo que não há graffiti, essa praga que nos invadiu e não desaparece.
Cumprimentos
Pois é!
ResponderEliminarCumpts
Andei muito nesses eléctricos,maioritariamente,nos atrelados!
ResponderEliminarMarcaram-me a infância!
Cheguei a ir ao Arco do Cego,sua estação terminal!
Essa carreira foi suprimida há quase três décadas!
Ainda deixa-me saudades!
Uma saudade, realmente.
ResponderEliminarCumpts.