Mar, Praia da Falésia. N.º 7471 — © 2015
sábado, 30 de junho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
Em cheio...
Há dias saiu-me isto no café. «Em cheio» pode ser de muita maneira. Foi hoje.
Fica aqui para que me lembre de esquecer.

Em cheio… Portugal — © 2018.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Comentários imediatos do terceiro grau
O porta-voz de Belém já está a comentar o grande empate de 1-1 contra os persas.

(Imagem: Impala.)
domingo, 24 de junho de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
segunda-feira, 18 de junho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
Finalmente sente-se o Verão
Vem aí o tempo dos melões. 
Arte de escolher o melāo, Porto, 1979.
Manuel Armengol, in Portugal Velho.
sábado, 16 de junho de 2018
Nacionalismo esfuziante
A selecção cervejeira ganhou ontem 3-3 à Espanha.
Portugal – Espanha, Estádio, 1945.
Fotografia: Diário [doravante, semanário] de Notícias.
domingo, 10 de junho de 2018
Saudades da Pátria
Há uma história do prof. Hermano Saraiva, contada por quem no acompanhava nas filmagens de seus programas, em como ele «obrigou» a equipa a filmar num 10 de Junho, dia feriado, porque era o próprio dia de Portugal e de Camões, tema inspirador do programa.
Creio que o programa há-de ter sido este, das Saudades da Pátria, gravado no próprio dia de Camões de 2003.
O prof. Hermano Saraiva era mesmo assim: para si, tempo e espaço da História, que o tanto inspirava no presente, fundiam a própria alma e a gente que a fez (à História) consigo, que a eloquentemente contava; uma coisa mística, onde o professor encontrava a sua própria inspiração para chegar ao seu mais verdadeiro sentir do passado — neste caso, do Poeta, cujo dia comemorava. Um rito como que de abrir uma porta temporal para ir ao encontro de Luís Vaz, de Portugal, da Gesta: eis a Alma e a Gente, sua, nossa.
José Hermano Saraiva, Saudades da Pátria
(A Alma e a Gente, I-21, R.T.P., 12/VII/2003.)
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sábado, 9 de junho de 2018
No tempo da colonização interna
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Mês de Junho
Catorze Anos de Política do Espírito, S.N.I., Lisboa, 1948.
Mário Novais, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.






