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sábado, 7 de abril de 2018

Na morte dum taberneiro bem


Já estás c'os copos, já estás c'os copos !...


« Olhar para esta imagem de mim e da Rita Blanco é um misto de angústia e de prazer [e petróleo]. O que posso dizer? Éramos muito novos. As fotografias são terríveis porque o tempo destrói» (João Botelho).



 Já sabia do chic que faz girar o mundinho (girar porque só mete gente gira...) Fatalmente não poderia morrer (eu) estúpido. E prontos! Fiquei agora a saber quem era o Manel.
 Lede! Mas lede mesmo! Lede tudo que vale a pena.


 


P.S.: quem anda a Leste fica na sombra, mesmo que seja o P.R. (leia-se, public relations) do partido dos media.
P.S. 2: — Frágil? Isso não é uma coisa de paneleiros? — alguém me diz.

7 comentários:

  1. Um sem-fim de frivolidade!

    "o 25 de Abril e o Frágil. Resume-se a isto", como diz uma das frívolas aí numa das ligações.

    Pois resume. Aliás, acaba-se.

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  2. Inanidade sem limites. Outra das conquistas de Abril.
    Cumpts.

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  3. O General Kaúlza é que os endireitava a todos.
    Cumpts.

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  4. Estes comentários são uma tristeza

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  5. "Frágil? Isso não é uma coisa de paneleiros? — alguém me diz."

    Alguém lhe disse e esse alguém estava correcto. A mim, alguém que o conheceu vagamente, também me disse o mesmo.

    Agora o carpir desmedido dos e das carpideiras sobre a morte da criatura é que se torna incompreensível para o comum dos mortais. Ou se calhar não. A motivação da exagerada 'dor' expressa pelos seus admiradores confessos deve situar-se justamente nesse simples e elucidativo facto.

    Trata-se da conhecida onda, a nível mundial, que está cada vez mais na moda e pelo visto não irá abrandar, antes aumentar.
    Maria

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