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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Do Areeiro...

Av. Almirante Reis à noite, Lisboa (M. Novais, c. 1955)
Avenida Almirante Reis à noite, Areeiro, c. 1955.
Mário de Novais, in Bibliotheca d'Arte da F.C.G.

5 comentários:

  1. Que saudades, meu Deus. Refiro-me especìficamente à Praça do Areeiro e à Avenida A. Reis que ía/vai do Areeiro à Alameda, mais não.
    Maria

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  2. Passeios livres (sem carros e muito possivelmente sem dejectos caninos) e viaturas bem estacionadas...

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  3. Bons tempos, em que a modernidade não afrontava a cidade nem o cidadão.
    Cumpts.

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  4. E lugar para estacionar.
    O mundo parece que perdeu a graça.
    Cumpts.

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  5. Valdemar Silva20/4/18 17:33

    Os cães e cadelas do Areeiro eram muito bem treinados do esfíncter. Pelos vistos, ou pelo que era visto, os dejectos caninos só apareciam na relva da Alameda, que o 'É proibido pisar a relva' era para as crianças, e nos passeios daí para baixo.
    O espaço de estacionamento era o apropriado, ou até de mais, para os poucos automóveis então existentes.

    Valdemar Silva

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