| início |

sábado, 9 de dezembro de 2017

Do alvorecer da modernidade ao Deus que se vende

 Não sei já se sonhei ou se li no vol. III da História de Portugal do Mattoso (O Alvorocer da Modernidade, Círculo de Leitores, 1993); perguntaram a uma camponesa do tempo de el-rei D. João III se conhecia Deus e respondeu ela que sim, conhecia: era redondo.


 A que vem isto?


 Os que acreditam, não Lhe alcançando a essência, atribuem-Lhe todavia forma, de maneira a conhecerem-n'O por uma representação razoável (razoável é dizer racional como é lógico). Os que não acreditam... Bom, a lógica da negação do razoável é o irracional... É de irracionais que falo.


 Há dias na emissora nacional o sexólogo e a... (?) coisa, a Inês Maria, debatiam (na verdade rebatiam) a forma de Deus, justamente pela forma da sua representação, que é masculina...


 Evangelistas!...


Genesis, Jesus He Knows Me (We Can't Dance, 1991)


O fotograma é dos Genesis e representa outra forma caricata de vender Deus.

Sem comentários:

Enviar um comentário