O merdina, a empreitada que tinha fisgada para a 2.ª Circular, foi plantá-la no Campo Grande. Parece que afinal, do crepitar subcapilar e inter-orelhal deste enxertado cedofeito, sempre chispou faúlha do plantio arborícola que lhe incendeia as meninges: o Campo Grande — aí sim! — O arvoredo a replantar é de tomo e tanto mais avultada é a encomenda aos hortos da adjudicação directa municipalo-partidária. Sendo que árvores eram coisa nunca antes vista no Campo Grande.
O ciclo-alfacinha rarefeito como o autolisboeta emelicamente bloqueado, prevejo, botam-lhe amanhã vegetalmente o voto.
Não é linda a democracia?!

Campo Grande, Lisboa, post 1902.
Paulo Guedes, in archivo photographico da C.M.L.
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