A malta do Insurgente considera o Guglo como polícia do pensamento. A coisa (o Guglo) vale muito menos que isso e a vida (ainda) é mais prosaica do que os toscos a querem fazer. Para achar imagens de casais de brancos basta procurar singelamente por «casal» — ou «couple», já que se assimilam por lá tanto ao amaricano.
Se quando a coisa tende para o rebuscado a palermice aflora, a conclusão é só de que a simplicidade não é para todos. Começando no Guglo, acabando no Insurgente. Coisas de inteligência e de pouca dela.
Mas, claro, não faltam aí toscos fanáticos a tentar. Mas toscos mesmo toscos... sempre em amaricano.

Quer rir???
ResponderEliminarEscreve no Google white couple.
E depois vais ver...
Mas não vê?! Basta escrever couple. Simples.
ResponderEliminarCumpts.
Mas está especificamente "white"!!!
ResponderEliminarPois está. E é justamente o termo «white» obscurece os resultados.
ResponderEliminarAs imagens de casais de brancos andam indexadas simplesmente como «couple». Quem as indexa não acha necessário adjectivá-las mais que isso e com isso produz um padrão — um casal de brancos torna~se por definição um «casal» enquanto que um casal de pretos, ou chineses acaba por maior clareza indexado com mais adjectivos. — Assim também as imagens de caisais mesclados acabem indexadas como «black» e «white». Ora cá tem o termo que parece que vicia o resultado. É um tosco algoritmo. A nossa mente é tão mais complicada que nos esquecemos do simples.
Cumpts.
Mais esta para mostrar como tudo isto é tosco: se vamos ao oráculo por um «casal branco» o que nos ele dá é vinho e quartos.
ResponderEliminarO guglo é demasiado estúpido para ser sequer (anti-)racista.
Há um jornalista da TVI, que a dizer as notícias mais parece um menininho acabado de sair da escolinha. Mas como tem aliança deve ser casado e portanto já não é tão menino assim. Ele usa óculos de aros pretos e é magro, mas infelizmente ainda não lhe fixei o nome. A falar ele só faz boquinhas à menino pequenino e expressa-se comendo as sílabas e tem a mania de falar à 'menino bem', o que no mínimo é ridículo e no máximo é insuportável da parte de quem transmite as notícias. Um dia destes (28/8) ele disse qualquer coisa e terminou a frase com "...gistado" querendo dizer "registado", comendo a primeira sílaba. E é sempre assim que ele articula as frases. Inadmissível num locutor (e menos ainda num adulto) que fala para o público.
ResponderEliminarPara que se não pense que só digo mal das/os jornalistas, devo esclarecer que há algumas destas jovens, ainda novas nos vários canais, que são bastante razoáveis. Falam correctamente, são simpáticas, sérias o suficiente para não parecerem parvinhas e apresentam-se decentemente vestidas e maquilhadas. Há duas ou três que fogem a estas regras essenciais para o cargo de responsabilidade que desempenham, mas ainda vão a tempo de as corrigir.
Um pequeno reparo. Já vi que quase todas estas jornalistas não dizem correctamente o Pretérito Perfeito dos verbos quando se referem ao passado de determinado acontecimento. Elas/es dizem-no sistemàticamente no Presente do Indicativo e isso está incorrecto, mais não seja porque induz os ouvintes em erro. Por ex., dizem: "falamos ontem desse tema" em vez de "falámos ontem desse tema"; ou "passamos pela manifestação no regresso a casa" em vez de "passámos pela manifestação no regresso...". Serão todas estas meninas e meninos (mais elas do que eles) originárias do Porto, como acontece à maioria das actrizes das telenovelas (que por acaso têm cuidado e não falam assim, devem ser advertências do director de cena)? Devem ser do Porto ou arredores e nada contra, mas o facto é que estamos em Lisboa e elas falam para milhões de portugueses espalhados pelo mundo e a maioria destes aprende o português (ou corrige-o) através dos programas televisivos e sempre com a máxima atenção. E o português falado na região de Lisboa e Coimbra, como todos nós sabemos, é aceite como o correcto pela generalidade dos portugueses, como já o fôra por doutos linguístas do passado.
Há sotaques regionais e é natural que os haja e nem isso é crime nem deve ser menorizado. Outra coisa diferente é as/os jornalistas que falam nas televisões e que tendo responsabilidades inerentes aos cargos, devem ter um cuidado suplementar no modo como se expressam.
Caso tenham dúvidas, dêem uma olhadela aos jornalistas que transmitem as notícias nas televisões inglesas e francesas e reparem bem no modo extremamente cuidado como aquelas e aqueles articulam as frases e já agora o modo pausado como o fazem, sem se esquecerem de fazer pausas entre as frases ou seja d'intervalar as proposições.
(cont.)
Maria