| início |

sexta-feira, 14 de abril de 2017

A mãe de todas as notícias (salvas as da bola)

O trampa da América largou a mãe de todas as bujardas. (Não vejo novidade!...)


 



Fotografia sem legenda. A.N.T.T., Colecção d' «O Século», Espólio de Joshua Benoliel.


 


Adenda às 4h05 da tarde: a mãe de todas as bujardas diz que liquidou 36 talibãs ou lá o que lhes chamam; não foram uns 35, nem terão sido c. de 30 ou 40; foram rigorosamente 36.
Uma bujarda daquele tamanho!...


Nova adenda: o infantilóide que bate palminhas, palminhas logo que a Porto Editora incorpora um qualquer de seus arrotos nos dicionários diz que não é bujarda, é bojarda. Que bojarda é mentira ou peta e que bujarda é um martelo. Pois se o que o trampa da América largou não foi senão uma marretada nos talibãs, o martelo serve. O toleirão que fique ele lá com a bojarda do dia que dirigiu para cá.

7 comentários:

  1. Valdemar Silva14/4/17 17:54

    'tá lá? diga se me escuta?, oubo'(diga se me ouve? escuto). Já presenciei esta situação, caricata, quando estive, na guerra, na Guiné, mas desculpável.
    Mas, esta da TVI, toda ela é caricata, de manhã à noite.
    Então, a 'mãe de todas as bombas' só mata 26 talibãs? Quem os contou, para responder a quem perguntou, e com tanta precisão que nem foi necessário responder, estupidamente, 'uma média de','eram prá i uns' 26.
    Quanto custou a bomba? Decerto que estava em saldo/final de prazo de validade. 'Vá lá sr. presidente compre lá esta bombinha' e o preço da gasolina a subir.
    Valdemar Silva

    ResponderEliminar
  2. Não foi só a T.V.I. Na Radiotelevisão também. Mas está bom de ver que é notícia emanada da central internacional. Desgraça é não haver a mínima reflexão sobre o de lá brota.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  3. Claro que existem os dois substantivos com significados diversos. Mas qualquer deles pode aplicar-se, numa determinada frase, consoante a ironia (ou não) que se lhe queira imprimir. Já agora em que estação de rádio (ou TV?) e quem é a personagem que nela pontifica, que parece duvidar deste facto? Desculpe a ignorância porque nunca oiço rádio - quanto à televisão, só telejornais e quase todos da TVI; só vejo a RTP e SIC se houver algum assunto político que me desperte a atenção ou algum documentário interessante, entrevista a uma personagem política ou outra que valha a pena ouvir, algum filme clássico e estes são raros, um bom concerto e pouco mais - por ter o tempo quase todo preenchido, parte dele visitando os meus blogos preferidos e outra dedicada à escrita (poemas) que me consome:).
    Maria

    Deixo a seguir a minha opinião sobre um documentário interessantíssimo que vi há dois dias na RTP3. É a tal excepção à regra. Também é verdade que ùltimamente este canal tem passado alguns programas bastante razoáveis e um ou outro muito bom. Estão a melhorar. Continuem assim que só ganham e nada perdem.

    ResponderEliminar
  4. Vi há poucos dias um excelente documentário na RTP3 sobre um curso de pilotagem, com aulas teóricas e práticas, ministrado por um oficial inglês (que creio fazê-lo por altruísmo, estanto ligado a organizações humanitárias através das quais obtem fundos para que a sua obra atinja os objectivos pretendidos) a um pequeno grupo de raparigas adolescentes muito pobres, outras sem família e todas sem perspectivas de vida, com o sonho de "aprenderem a voar" para pilotar avionetas. Tudo acontece algures num local recôndito do Congo. Peço desculpa mas não vi o documentário d'início não conseguindo anotar o título do mesmo nem a exacta zona do país em que decorria. Pelo genérico, que passou ràpidamente e com caracteres mínimos, pareceu-me tratar-se de um documentário realizado salvo o erro por um canal televisivo alemão.

    Esta, uma obra benemérita de enorme valore e alcance e creio que única no mundo e um extraordinário exemplo de amor ao próximo sem esperar contrapartidas, que devia ser seguido por muitos dirigentes políticos que, com todas as possibilidades do mundo e os meios ao seu alcance, lamentam cìnicamente a desgraça dos povos em guerra e dos milhares de crianças que ficam orfãs e/ou estropiadas, como o que aconteceu a uma desta dúzia de raparigas que, com a ajuda do mesmo professor já foi operada na Alemanha várias vezes ao braço direito que ficou quase desfeito e vai necessitar de mais operações sobretudo à mão direita que ficou terrìvelmente afectada, para poder retomar o curso que tanto adora, para um dia poder pilotar um avião, como acontece com algumas das suas colegas já o fazem. A expressão de felicidade estampada no rosto das que já estão aptas a comandar as pequenas avionetas, era qualquer coisa digna de se ver.

    O Nobel podia ser atribuído àquele bravo professor que bem o merecia. Parabéns a ele e àquelas maravilhosas e dedicadas pobres raparigas, que tanto esforço fazem (com muito choro à mistura pela dureza do ensino) e que compensam tendo em vista dos excelentes resultados que acabam por revelar-se e elas reconhecem-no. Apesar d'algumas terem dificuldade em aceitar de bom grado as regras rígidas do curso (durante as filmagens houve uma que desistiu após quatro anos de aprendizagem), que dura vários anos, a somar às saudades indescritíveis dos pais (as que os têm) que vivem a milhares de quilómetros de distância, todas acham que os sacrifícios por que têm de passar valem a pena para um dia poderem sentir a enorme alegria e o imenso orgulho de terem atingido o objectivo a que se haviam proposto, o de "saber voar".
    Maria

    ResponderEliminar
  5. A ironia não é para qualquer bestunto.
    Deixemos.
    Cumpts. :)

    ResponderEliminar
  6. Passei por esse documentário em zap estugado. Não me apercebi do que era.
    A ideia é rebuscada é difícil de realizar. Por isso lá terá o seu mérito, mas o Nobel é mais para saramaguices.

    Cumpts.

    ResponderEliminar