Na senda do embrutecimento do povão que prefere solenes canais de notícias ao entretém do Goucha, a S.I.C., sociedade industrial de concentrados, teima em firmar na geografia berlinense umas certas portas de «Bràdemburgo». — Eles, não falam, eles bradem burgo!...
Isto sem desprimor de relincharem «sekestros»(*) de aviões e seu desvio para ilhas «mediterrâneas» (**).
João Sebastião Bach, Concertos de Brandeburgo, n.º 1 – Allegro (BWV 1046).
Carlos Richter; Orquestra de Bach de Munique, [s.d.].
(*) Na verdade zurram, como cavalgaduras menos de «ekestres» que são. Diz-se se-qùés-tro.
(**) Por definição nenhuma ilha pode ser mediterrânea (no meio da terra), porquanto ilha é terra no meio do mar; ainda que esteja num mar mediterrâneo (mar interior, no meio da terra, mediterraneus portanto); por conseguinte o mar onde se acha a ilha de Malta é mediterrâneo (o Mediterrâneo pròpriamente dito); a ilha de Malta é mediterrânica.
(Este verbete verbera o Jornal de Síntese, S.I.C.-N., às 0h00 da véspera de Natal do ano de 16.)
Na verdade eles falam mal e escrevem pior: envio ligação para um artigo do DN (jornal que há muito não leio mas o tema desta vez é do meu interesse)
ResponderEliminarhttp://www.dn.pt/sociedade/interior/um-caso-severo-de-autismo-nunca-e-so-isso-5457919.html
Fica a pergunta, o que são "esmiles".
Cumprimentos e votos de um óptimo 2017.
A resposta, cheira-me, deve irradiar de «esmell»...
ResponderEliminarAnno bom!