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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

D. Duarte, príncipe da casa de Bragança


José Hermano Saraiva, A Mal Degolada
(Horizontes da Memória, R.T.P., 1998.) 

9 comentários:

  1. Desculpe sair do tema, deste maravilhoso Horizontes da Memória que ainda não fui rever, mas irei de certeza absoluta.

    Estou para falar de um assunto que me incomodou imenso e que aconteceu há várias semanas, mas por um motivo ou outro acabei por não o fazer. Vai hoje.

    Sintonizei por mero acaso, no rádio do carro, a Antena 3, coisa que nunca faço, só ouço CD's, mas fi-lo porque o meu CD estava bloqueado. Nisto dou comigo a ouvir um cretino de um Bruno Nogueira, com voz de gozo e tom de parvo, a troçar vergonhosamente de uma psicóloga de apelido Vilaça por esta ter dito numa estação de rádio ou escrito num artigo de jornal ou revista, que comparava o problema físico/mental dos homossexuais com o dos drogados. Não conheço a senhora nem nunca a vi, mas tendo a concordar com a opinião da senhora após esta ter mencionado os problemas de ordem psíquica que afectam estes doentes, porque de doença efectivamente se trata, isto segundo a opinião de médicos conceituados já lá vão muitas décadas, para não dizer séculos. Embora os que defendem o contrário e os próprios em primeiro lugar, claro..., afirmem a pés juntos que não senhor, que os homossexuais (e já agora os bi e os trans) são pessoas completamente normais e iguais a todos os hetero..., contrariando a opinião estabelecida por uma série de investigadores e cientistas ao longo dos últimos séculos.

    Nem imagina o modo abaixo de cão como aquele ordinário, Bruno, classificou a senhora e em directo. E repetiu várias vezes as ofensas. E com um tom de voz que mais parecia um carroceiro ou um estivador das docas a falar. E como é que ninguém o interrompeu? Neste regime estão todos feitos uns com os outros, são todos situacionistas. Uma verdadeira vergonha. Se aquele estúpido não se sabe comportar com a educação exigida quando se tem um microfone à frente do nariz, é muito bem feito que fique sem trabalho, pelo menos até ter emenda. Como actor não vale nada e ainda menos vale como humorista, mas o estúpido pensa ser o supra-sumo dos humoristas de Portugal e porventura de todo o Continente. Desconfio que é ele quem 'escreve' os textos e as 'piadas' que debita, nota-se pela péssima qualidade dos mesmos. Mas como ele é um defensor estrénuo dos homossexuais, está sempre safo, mesmo como péssimo humorista trabalho nunca lhe faltará.

    Eu, no lugar da psicóloga, movia-lhe um processo. Ele insultou-a não só como pessoa mas também como profissional. Este homem mancha irremediàvelmente a profissão. Ele que escolha outra, há por aí muitos restaurantes a necessitar de criados.

    A apologia dos homossexuais no nosso país, é igual à que se processa em Espanha e na realidade em todas as democracias do mundo, com o incentivo da esquerda e extrema esquerda, who else? Com pouco ou nenhum talento, vêmo-los por todo o lado..., então no cinema, nas televisões e no rádio é uma verdadeira festa. Em Espanha são gozados ao máximo e isto desde há décadas.
    Exemplos por cá? Há dezenas deles, mas apenas deixo quatro por serem os mais insuportáveis de se verem e ouvirem: o incompetentíssimo, mariquíssimo e parvíssimo Carlos Malato, ainda bem que deixou a apresentação de concursos; o cretiníssimo, parvalhãozíssimo e homossexual declarado e gabando-se disso, o absolutamente insuportável Manuel L. Goucha, que se acha um portento como apresentador e debitador de piadas (sem a mínima graça) e é mau, mau, além de ter um aspecto físico e feições horríveis, sobretudo para quem é visto pelo público cuja imagem agradável, elegante e mesmo bonita (deles e delas), projectada, além de pessoa competente, educada e nada irritante, é de suma importância. Este Goucha ainda tem outro defeito imperdoável (de que sofrem todos os comunistas e ele já afirmou por diversas vezes sê-lo e ser também anti-católico, como convém para ter lugar assegurado numa qualquer televisão, no caso a TVI que não o larga desde há trinta(?) anos!!!) que denuncia o seu mau carácter, tem uma inveja indisfarçável da colega e competente Cristina Ferreira desde sempre, só mete nojo. Este é outro 'aprese

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  2. Esse ordinarão do Nogueira anda agora perdido nos recôncavos radiofónicos. Ainda é muito. A estrebaria seria o lugar mais indicado.
    Depois de alardear a sua estupidez alarve nas TV com foros de intelectual(óide), alguém deve ter tomado o senso de dizer «o espirituoso vai nu». Mas esta malta é de regime e arranja sempre em que se estribar; normalmente às custas do erário. Já a Rueffa se vê também desterrada para alcantilados de segunda ordem. Calhando por ganharem pó a mais...
    O socialismo é isto.

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  3. Completamente d'acordo com o que escreveu. Sim, a asmática Rueff que não tem talento algum, excepto quando era dirigida pelo Herman e mesmo assim... Nunca mais a vi na TV, felizmente e nem sei por onde pára.

    Esqueci-me d'outro palerma, o mariquinhas-pé-de-salsa que não vale mesmo nada como apresentador, João Baião. Foram rebuscá-lo ao teatro nem sei por que razão, talvez por nem como actor ter qualquer valia. Ele leva o tempo todo a rir sem motivos para isso. Salta e rebola-se parece um palhaço, mas dos maus, julga que se está no palco. Bate palmas sonoríssimas e solta gargalhadas estridentes ultra desagradáveis a cada convidado que apresenta ou sobre uma parvoíce qualquer que lhe ocorra dizer, mesmo antes do público presente o fazer, sendo para isso mesmo que este foi contratado e não ele, apresentador, que deve ser contido nos gestos e sóbrio nas expressões, esclamações e interjeições. Tem demasiadas saídas da casca e faz perguntas a despropósito quase todas falhas de sentido e sem a mínima piada. Ri-se permanentemente das parvoíces que ele próprio diz... a fazer lembrar no mau sentido o impertinente e irritante Goucha, se calhar quer imitá-lo... Coitada da colega, tenta disfarçar contìnuamente os destemperos de tripas do colega. Mais uma coisa e disto não tem culpa, é um facto que ele tem um físico muito deselegante para apresentador, é gordo em demasia, usa umas calças que lhe salientam os defeitos físicos, tem um rabo que nunca mais acaba (a colega já lhe chamou a atenção para este pormenor) e mete os joelhos pra dentro.

    Este é dos tais que devia deixar ràpidamente a apresentação de programas e partir para outra. Talvez voltar ao teatro, por onde já andou, para representar sob a direcção por exemplo do amigo La Féria (outro comunista/situacionista a quem, por isso mesmo, nunca faltaram subsídios para as suas peças e sempre com o apoio do respectivo ministério..., mas este pelo menos parece ter algum talento para aquilo que faz, sendo também verdade que sabe escolher as peças que leva à para atrair muito público, pois como bom alentejano, não interessando para o caso ser igualmente comunista..., gosta muito de dinheiro) com quem de resto já trabalhou e talvez continuasse a escapar como actor. Só quem quisesse é que ía vê-lo ao teatro, ao passo que na televisão muito boa gente é forçada a vê-lo..., menos eu!, passo pelo programa vejo um minuto ou dois só para ver se alguma personalidade interessante está a ser entrevistada e caso não esteja mudo logo de canal. Este Baião é uma verdadeira lástima.

    Antes que me esqueça tenho que escrever sobre outro paravalhão, o jornalista Victor Moura Pinto. Este também tem a mania que tem muito humor, que é muito engraçado e muito inteligente. Só diz baboseiras e para mim tem outro defeito que suplanta todos quantos pudesse ter, usa de um sarcasmo permanente e insuportável e troça de um modo violento e inadmissível de todas as personalidades que cita no seu indecente bloco de notícias breves, após os telejornais, empregando um humor corrosivo de baixíssimo nível (a sua própria voz é horrorosa) seja ele o Presidente da República, os Reis de Espanha, os dirigentes do PSD, do CDS, etc. Curiosamente nunca o ouvi troçar dos comunistas nem dos do Bloco..., por que será?

    Difìcilmente consigo ouvir este cretino chapado que julga estar a escrever para uma secção de humor negro de um jornal ou revista, para dizer mal de tudo e todos, a fazer-me lembrar o homossexual e piroso Carlos Castro, assassinado em Nova Iorque, que dizia o pior que havia das famílias ricas, inclusivamente difamando-as, invejoso ao máximo que era de todas elas. Há pouco, mal vi o Moura Pinto aparecer na TVI - canal que vejo sobretudo pelas notícias, mas não só - tirei d'imediato o som e deixei d'olhar para a televisão até a criatura ter desaparecido.
    Maria

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  4. Desculpe, mas permita-me que deixe mais uma nota sobre outro emplastro que já percorreu todas as televisões e que vai mudado consoante é corrido de umas para as outras. Este é mais um que deve estar protegido pelo sistema. Chama-se José Pedro Vasconcelos e faz qualquer coisa pelas manhãs na RTP-1 que ele julga ser a apresentação de um programa, emparelhado com uma moça de que me escapa o nome. Este é mais um do pior que uma televisão poderia ter ido desenterrar para 'apresentar' fosse o que fosse, muito menos um programa que é suposto ter 'muita' audiência. Ele é de tal modo mau que se torna impossível vê-lo e ouví-lo durante pouco tempo que seja a apresentar aquela 'coisa'. Eu não vejo senão a TVI, como já disse anteriormente, passo por vezes pelos outros canais só para verificar se está alguém interessante a ser entrevistado. Mesmo que tal aconteça, como hoje foi o caso, com esta nulidade de apresentador à minha frente nem isso fui capaz de fazer, mudei de canal d'imediato. Como aliás faço sempre, logo que este ou outro emplastro do mesmo jaez me aparece no écran. O rapaz é uma desgraça completa. Um horror.
    Maria

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  5. De emplastros na TV, nem o original bate este.
    Cumpts.

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  6. Oljhe, fui rever pela terceira ou quarta vez, este vídeo que colocou do Prof. Hermano Saraiva. Uma maravilha. De aminho fui ver uns pouco: Maria da Fé, Vila de Famalicão, Vila do Bombarral e não fico por aqui... Adoro todos os programas que o Professor produziu e apresentou. Adorei na altura que passaram, nunca os perdia, e agora volto a revê-los e a adorá-los. Com a categoria, saber, comunicação superior e facilidade de expressão do Dr. H. Saraiva é que devia aparecer outra gente a apresentar mais programas com a mesma qualidade abordando sobretudo, mas não só, a História de Portugal.
    Maria

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  7. Maria da Fonte, claro. Distracção crónica mas também a mania de por vezes não reler o comentário antes de o enviar, cometendo algum erro por um lapso de memória:)
    Maria

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  8. :)
    É nesse episódio da Maria da Fonte — da Póvoa de Lanhoso — que o prof. H. Saraiva conta que um abade de Bouro andava a «confessar» a mulher do alcaide, que andava na guerra.
    Andava a «confessá-la» havia 17 dias.
    O prof. H. saraiva tinha sentido de humor.

    CFeliz Natal

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  9. Eu vi, eu vi! Ou melhor, eu li. Pois tinha, oh se tinha.
    Maria

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