No telejornal pejota (*) da Sociedade Industrial de Concentrados (S.I.C.) duas notícias dignas de case study (entre outras, entre outras...):
- o restaurant do chef Avillez (com dois lês) foi vandalizado; atentai que não foi decorado com arte urbana; foi vandalizado; o mesmo design num prédio devoluto ou num comboio da C.P., sim, seria arte urbana;
- na feira do mel e da castanha, um que não é chef, mas com vontade dele (tão justa, aliás, como a vontade doutra coisa fashion qualquer) descreve um confeito pela maior crocância; notai como do simplório adjectivo crocante (do amaricano crock ou crocodile?) se funda todo um conceito inovador; se não é isto elevar simples confeitaria estaladiça a empreendorismo de estalo, não sei!...
Arte urbana, Porto, 2016.
Imagem da S.I.C.-N., 20/XI/16.
(*) Sigla P.J. (Primeiro Jornal) enunciada por extenso, à laia de como faz a melhor locução radiotelevisiva com a homógrafa P.J., Polícia Judiciária.
Caro "BIC"
ResponderEliminarSe fosse na TVI, após destacar um jornalista (ou repórter) para o local, seria assim:
"Estamos em directo com Manuel ...
Que nos podes contar, mais acerca deste ediondo ataque ao património do chefe Avillez?
Já obtiveste testemunhas dos vizinhos? Alguém que tivesse assistido a esta barbaridade?
Aguardamos que consigas entrevistar o Chefe Avillez, em primeira mão para a TVI ..."
Entretanto Chefe Avillez aparece à porta dando a entrevista com os olhos chorosos ... como a TVI gosta. Mas depois de me comover profundamente, retrocedi pois deduzi que ele vinha da cozinha e seria apenas uma cebola que lhe provocara as lágrimas.
Mas a TVI registou o facto em directo e em primeira mão !!!
Aparte esta brincadeira, aquilo "Restaurante do Chefe Avillez foi vandalizado" (?????). Sim o edifício foi, como milhares de outros que nem precisam de ser velhos. Mas este vai ser limpo por causa do restaurante, porque se este não estivesse lá, ficaria sujo, como outros tantos.
Cumprimentos.
Ahahahaha!
ResponderEliminarCumpts.