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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Da democracia para galegos

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 Hoje mais um licenciado de gargarejo no governo. Bi-licenciado. É continuar a escavar. Não parece haver limites à trampolinice. Quem haja aí que tenha pingo de dignidade há-de servir para galego. Com direito a voto.




Fotografia: Galegos carregadores de pianos e trastes de todo tipo, Estação do Rossio, c. 1910. Charles Chusseau-Flaviens, in George Eastman House.

3 comentários:

  1. Mandarinia30/10/16 10:07

    Caro BIC,

    O que não percebo é a falta de carácter desta gente. Mentem acerca de coisas que não têm importância (ao que sei não há exigência legal do grau de licenciado para o desempenho do cargo de chefe de gabinete). Os ministros escolhem quem querem (enfim...). Porque mentem em relação a terem licenciatura(s)? Se mentem em relação a isto o que dizer do resto?
    Tudo isto cheira a falta de preparação (não me refiro à escolaridade) pois a única escola que estas pessoas têm é a dos aparelhos político-partidários (devem começar com a eleição para delegado de turma no 5º ano). Um deles, segundo li, era conhecido como o "Farras", o outro seria suponho o "Borgas".É de uma pobreza confrangedora.

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  2. O caso é mais fundo. Não vê V.? Estes macacos só imitam. Chegam e nem estranham, antes assimilam. É uma praxis por convenção tácita e por isso não há brado sério além deste lampejos de pura vendetta. Além da reles intrujice, ainda lhes aturamos as vingançazinhas particulares e cobardes. Isso é que é.
    De borgas e farras veja S. Bento, ali tão chegado a Santos-o-Velho...
    Este canastrão deu em tempos uma entrevista à revista do Expresso (ou do Sol) onde dizia com impante orgulho como pelo fim dos anos 80 se apresentava (ele e outros) no parlamento depois dumas valentes directas que fazia nos bares e discotecas adjacentes.
    Cumpts.

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  3. Enfim, assim não vamos lá. Como diz VPV no seu último livro de crónicas ("De mal a pior") devia acabar-se com as "juventudes partidárias", de permeio acabava-se com os partidos (acrescento eu).

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