Onde se devia ler "Caravelles", esta Caravelles ", que na altura foram os primeiros três jactos da TAP e receberam todos o nome de baptismo das três Praças do Estado Português da Índia, por acaso invadido um ano antes destas aeronaves serem adquiridas (invadidas em Dezembro de 1961).
Ai a tristeza que foi aterrar hoje aqui e pela primeira vez ouvir o canastrão agora ao serviço dos Brasucas Azuis anunciar: "Benvindos ao aeroporto Humberto Delgado". Que azia, até algum prazer que restava no regresso nos conseguem subtrair sem qualquer subtileza! Saudações
Por enquanto o Código Aeroportuário da ICAO (a Organização da Aviação Civil Internacional ou International Civil Aviation Organization em termos anglófonos)ainda mantém o prefixo da Portela fixado em LPPT, desde os anos 40. Penso eu de que, isso não será assim tão fácil de mudar apesar de em Nova Iorque o Aeroporto Kennedy ter as abreviaturas do presidente malogrado em 1963 (KJFK).
Mérito do Cte. Amado da Cunha. A O.A.C.I.?!! Essa seita que rebaptiza tudo com nomes de santos maçons ignora o que seja da Aeronáutica Civil. Quere é pôr os não iniciados a praticar os seus hagiológios, quantos mais melhor; com mais umas rezas nos templos maçónicos a ordem cósmica que veneram e o belzebu dos pedreiros dar-lhes-ão mais votos nas eleições. Ou isso ou uns valentes milhares eleitores já a fazer parede que ainda constam miraculosamente nos cadernos eleitorais. Cumpts.
Não sabia disso, tem graça. Do que me lembro é que todos nós chamávamos a este tipo d'avião Caravela e nas notícias ele era também assim chamado, isto está completamente d'acordo com a justificação que acabou por nos dar na sua resposta cima. Aqui está mais um bom exemplo que nos recorda o "antigamente". No anterior Regime todos os vocábulos, nomes de países e de cidades e nomes próprios e apelidos de pessoas, substantivos, adjectivos, interjeições, etc., estrangeiros, sempre que pudessem ser aportuguesados, eram-no. E assim é que estava correcto. Pormenores importantes como estes não só defendiam a nossa língua como a enriqueciam, ajudando em simultâneo os portugueses a conhecerem-na melhor. E eram sobretudo sinónimo da grandeza de um Regime que acautelava, protegendo-as, todas as áreas relativas à defesa nossa cultura, no caso a língua portuguesa, que pudessem ser afectadas de modo negativo ou simplesmente relativizadas. O que de uma maneira ou de outra significava fragilizar irreversìvelmente o nosso mais precioso bem a par do solo-pátrio, ao qual deu origem.
O que de resto é o que este esplendoroso regime mais os apátridas que o comandam têm desde há quatro décadas vindo vilmente a fazer à língua portuguesa sem que, para mal dos nossos pecados, tenham sido até hoje chamados à pedra. Maria
O modelo de avião é Caravelle e não Caravela. Tive a sorte de ainda voar num: descolavam que pareciam um foguetão, muito empinados quase a entrar em perda.
Como digo acima, a Sud Aviation, fabricante dos aviões caravelle, foi-lhe proposto e aceito, o nome português «caravela» para os aviões da T.A.P. Só a T.A.P. possuiu aviões «caravela». Cumpts.
Bela imagem de um alinhamento quase perfeito de Caravelles " e Connies " no para sempre denominado Aeroporto da Portela.
ResponderEliminarErrata:
ResponderEliminarOnde se devia ler "Caravelles", esta Caravelles ", que na altura foram os primeiros três jactos da TAP e receberam todos o nome de baptismo das três Praças do Estado Português da Índia, por acaso invadido um ano antes destas aeronaves serem adquiridas (invadidas em Dezembro de 1961).
Ai a tristeza que foi aterrar hoje aqui e pela primeira vez ouvir o canastrão agora ao serviço dos Brasucas Azuis anunciar: "Benvindos ao aeroporto Humberto Delgado".
ResponderEliminarQue azia, até algum prazer que restava no regresso nos conseguem subtrair sem qualquer subtileza!
Saudações
Por enquanto o Código Aeroportuário da ICAO (a Organização da Aviação Civil Internacional ou International Civil Aviation Organization em termos anglófonos)ainda mantém o prefixo da Portela fixado em LPPT, desde os anos 40. Penso eu de que, isso não será assim tão fácil de mudar apesar de em Nova Iorque o Aeroporto Kennedy ter as abreviaturas do presidente malogrado em 1963 (KJFK).
ResponderEliminarCumpt.
Que saudades me provocam imagens como esta. Nem imagina. Fartei-me de viajar com os meus Pais nestes queridos e confortáveis Caravelas.
ResponderEliminarMaria
Mérito do Cte. Amado da Cunha.
ResponderEliminarA O.A.C.I.?!! Essa seita que rebaptiza tudo com nomes de santos maçons ignora o que seja da Aeronáutica Civil. Quere é pôr os não iniciados a praticar os seus hagiológios, quantos mais melhor; com mais umas rezas nos templos maçónicos a ordem cósmica que veneram e o belzebu dos pedreiros dar-lhes-ão mais votos nas eleições. Ou isso ou uns valentes milhares eleitores já a fazer parede que ainda constam miraculosamente nos cadernos eleitorais.
Cumpts.
O comentário acima era para aqui.
ResponderEliminarCumpts.
Goa, Damão e Dio. Com 'o'.
ResponderEliminarCumpts.
A Sud Aviation, fabricante dos aviões caravelle, propôs ou foi-lhe proposto e aceitou o nome português «caravela» para os aviões da T.A.P.
ResponderEliminarCumpts.
Ora bem, nem mais.
ResponderEliminarCumpts.
Não sabia disso, tem graça. Do que me lembro é que todos nós chamávamos a este tipo d'avião Caravela e nas notícias ele era também assim chamado, isto está completamente d'acordo com a justificação que acabou por nos dar na sua resposta cima.
ResponderEliminarAqui está mais um bom exemplo que nos recorda o "antigamente". No anterior Regime todos os vocábulos, nomes de países e de cidades e nomes próprios e apelidos de pessoas, substantivos, adjectivos, interjeições, etc., estrangeiros, sempre que pudessem ser aportuguesados, eram-no. E assim é que estava correcto. Pormenores importantes como estes não só defendiam a nossa língua como a enriqueciam, ajudando em simultâneo os portugueses a conhecerem-na melhor. E eram sobretudo sinónimo da grandeza de um Regime que acautelava, protegendo-as, todas as áreas relativas à defesa nossa cultura, no caso a língua portuguesa, que pudessem ser afectadas de modo negativo ou simplesmente relativizadas. O que de uma maneira ou de outra significava fragilizar irreversìvelmente o nosso mais precioso bem a par do solo-pátrio, ao qual deu origem.
O que de resto é o que este esplendoroso regime mais os apátridas que o comandam têm desde há quatro décadas vindo vilmente a fazer à língua portuguesa sem que, para mal dos nossos pecados, tenham sido até hoje chamados à pedra.
Maria
Estes cretinos postos a regedores, hoje, nem a mais ínfima ideia do legado que receberam conseguem fazer.
ResponderEliminarCumpts.
Não podia estar mais d'acordo. Como sempre, de resto.
ResponderEliminarMaria
O modelo de avião é Caravelle e não Caravela. Tive a sorte de ainda voar num: descolavam que pareciam um foguetão, muito empinados quase a entrar em perda.
ResponderEliminarComo digo acima, a Sud Aviation, fabricante dos aviões caravelle, foi-lhe proposto e aceito, o nome português «caravela» para os aviões da T.A.P.
ResponderEliminarSó a T.A.P. possuiu aviões «caravela».
Cumpts.