Não é mãe. É mulher. Mas o título é do autor do filme, não meu. Eu associo-a muito mais o vernáculo popular, desbragado mas genuíno no apreço da realidade e na sua clara e capacíssima transmissão oral. Coisa que o Jorze Jesus, por ex. não manifesta, por a linguagem lhe tolher as ideias em vez de as veicular. Há uma poesia aqui que sem peias de polimento cortesão se acha há séculos nos autos vicentinos. Toda a linguagem brota do natural da mulher, brutal mas genuína. Cumpts. :)
Brilhante :) Como sempre! Vicentina, voilá, genuína, not really, empolgada, sicher... Não corresponde ao paradigma da mulher vicentina, só num certo apoucamento da natureza humana e da ' classe' do social. Mais que mulheres e homens, Vicente, cria personagens que servem, above all, para a crítica do Regime! LIKE, LIKE, LIKE! :)
Subscrevo entusiàsticamente a resposta do caro BIc a Seve. Com efeito, trata-se duma pessoa sem papas na língua que diz o que pensa e pensa o que diz, ao contrário do rebanho que por aqui pulula. As boas maneiras são sempre de aplaudir quando consequência de um avanço cultural e civilizacional; quando não correspondem a nada ou ao seu contrário, o que ainda é pior, tendem a provocar destas reacções, genuínas e directas, mas refrescantes, caramba!. Cumpts
“In illo tempore”, dissesse eu um milésimo do que se ouve no vídeo e seria certamente alvo de forte “abanão” ministrado pela minha mãe ou avó…
Não obstante, e apesar da sua rudeza de modos ou até por causa disso, a personagem filmada mantém um senso comum digno de apreciação, o qual é tão característico das populações rurícolas e que a generalidade dos urbanos, por pretensiosismo e por arrivismo, perdeu quase por completo.
Agora, o que não me parece que se comprove é a relação entre o uso da “internet” e o aumento da homossexualidade…
O nexo que afirmou primeiro foi da Internete com «tanta puta e tanto cabrão como eu nunca vi na minha vida»; a homossexualidade foi o corolário. O seu juízo é que a Internete é só para isso. Sabemos que não, mas também sabemos que sim. Ou não?... Cumpts.
Caro BIC,
ResponderEliminarO que já me ri com esta senhora! Chama os bois pelos nomes.
Obrigada.
Mas esta brutamontes ordinária tem alguma coisa a ver com a MÃE portuguesa?
ResponderEliminarNão é mãe. É mulher. Mas o título é do autor do filme, não meu. Eu associo-a muito mais o vernáculo popular, desbragado mas genuíno no apreço da realidade e na sua clara e capacíssima transmissão oral. Coisa que o Jorze Jesus, por ex. não manifesta, por a linguagem lhe tolher as ideias em vez de as veicular.
ResponderEliminarHá uma poesia aqui que sem peias de polimento cortesão se acha há séculos nos autos vicentinos. Toda a linguagem brota do natural da mulher, brutal mas genuína.
Cumpts. :)
Depende, evidentemente, do ponto de vista...
ResponderEliminarQuanto ao Jesus é um especialista em futebol ou seja (com diria o outro) um ignorante em tudo menos naquilo em que se especializou!
:)
ResponderEliminarCumpts.
Certíssimas as duas, como é evidente.
ResponderEliminarcumpts.
lembra o Gil Vicente (autor!). Desde o (post) coliseu...brilhante, como sempre . Obrigada
ResponderEliminarObrigado eu!
ResponderEliminar:)
Brilhante :)
ResponderEliminarComo sempre!
Vicentina, voilá, genuína, not really, empolgada, sicher...
Não corresponde ao paradigma da mulher vicentina, só num certo apoucamento da natureza humana e da ' classe' do social.
Mais que mulheres e homens, Vicente, cria personagens que servem, above all, para a crítica do Regime! LIKE, LIKE, LIKE! :)
Subscrevo entusiàsticamente a resposta do caro BIc a Seve. Com efeito, trata-se duma pessoa sem papas na língua que diz o que pensa e pensa o que diz, ao contrário do rebanho que por aqui pulula.
ResponderEliminarAs boas maneiras são sempre de aplaudir quando consequência de um avanço cultural e civilizacional; quando não correspondem a nada ou ao seu contrário, o que ainda é pior, tendem a provocar destas reacções, genuínas e directas, mas refrescantes, caramba!.
Cumpts
O espontâneo e o vernáculo são vicentinos. A crítica de costumes também. A mulher é um exemplo de como isso perdura.
ResponderEliminarObrigado!
“In illo tempore”, dissesse eu um milésimo do que se ouve no vídeo e seria certamente alvo de forte “abanão” ministrado pela minha mãe ou avó…
ResponderEliminarNão obstante, e apesar da sua rudeza de modos ou até por causa disso, a personagem filmada mantém um senso comum digno de apreciação, o qual é tão característico das populações rurícolas e que a generalidade dos urbanos, por pretensiosismo e por arrivismo, perdeu quase por completo.
Agora, o que não me parece que se comprove é a relação entre o uso da “internet” e o aumento da homossexualidade…
Paradoxalmente o «polimento» civilizado é já tanto que deu em valorizarmos a rudeza primitiva espontânea.
ResponderEliminarObrigado!
O nexo que afirmou primeiro foi da Internete com «tanta puta e tanto cabrão como eu nunca vi na minha vida»; a homossexualidade foi o corolário. O seu juízo é que a Internete é só para isso. Sabemos que não, mas também sabemos que sim. Ou não?...
ResponderEliminarCumpts.