Apesar de portuense, Medina é apresentado como um lisboeta convicto que «conhece bem as ruas da cidade»; os lisboetas são apresentados como o «seu povo». (*)
Mesmo que nem distinga o Campo das Cebolas da Rua da Alfândega.
Mesmo que massacre árvores em largos e ruas ajardinados querendo plantá-las doentiamente no alcatrão da Av. da República.
Ou como o trolha enxertado na Câmara de Lisboa é passado por coisa de jeito pelo jornalismo pela propaganda a pataco do saco de plástico.
(*) Eduardo Cintra Torres, «A capa duma revista», Malomil, 8/V/16. Imagem no mesmo.
Preferia que tivesse designado o artista como farsante.
ResponderEliminarChamar-lhe farsola é ser benévolo com tamanha nulidade.
No entanto está dentro dos parâmetros da moda:
EUA com presidente preto
Portugal com presidente indiano
Londres com presidente muçulmano
Lisboa com presidente do Porto
Vamos que farsolas seja diminutivo de desprezo. Foi mais por aí. Quadra-se à mesma nos parâmetros, mas com maior inteireza.
ResponderEliminarAí de nós!
Cumpts.