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terça-feira, 10 de maio de 2016

Do panegírico a um farsolas


 Apesar de portuense, Medina é apresentado como um lisboeta convicto que «conhece bem as ruas da cidade»; os lisboetas são apresentados como o «seu povo». (*)



 Mesmo que nem distinga o Campo das Cebolas da Rua da Alfândega.
 Mesmo que massacre árvores em largosruas ajardinados querendo plantá-las doentiamente no alcatrão da Av. da República.


 Ou como o trolha enxertado na Câmara de Lisboa é passado por coisa de jeito pelo jornalismo pela propaganda a pataco do saco de plástico.


Medina medíocre a passar por providencial (Malomil, 2016/05/06).




(*) Eduardo Cintra Torres, «A capa duma revista», Malomil, 8/V/16. Imagem no mesmo.

2 comentários:

  1. Carlos Conde10/5/16 20:49

    Preferia que tivesse designado o artista como farsante.

    Chamar-lhe farsola é ser benévolo com tamanha nulidade.

    No entanto está dentro dos parâmetros da moda:

    EUA com presidente preto
    Portugal com presidente indiano
    Londres com presidente muçulmano
    Lisboa com presidente do Porto


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  2. Vamos que farsolas seja diminutivo de desprezo. Foi mais por aí. Quadra-se à mesma nos parâmetros, mas com maior inteireza.
    Aí de nós!
    Cumpts.

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