Diga-me cá, por que motivo apelida de "subtilezas" a mudança de Director deste jornal? O novo Director será persona non grata? Há aqui qualquer coisa que me está a escapar. Elucide-me por favor:) Maria
Quer dizer, transformaram o jornal fundado por Vera Lagoa num pasquim de propaganda frouxa de extrema-direita, e agora estranha que tenham mudado um subtítulo. Realmente, ele há coisas que dão vontade de sei lá o quê.
O engraçado é que basta alguém criticar para ser logo de extrema-esquerda. Tal como acontece nas críticas inversas, é-se logo fascista. Os senhores enxerguem-se. Os extremos tocam-se e eu não tenho nem quero ter nada a ver com nenhum deles. Mas agora, não venham com lamentações inúteis e ridículas.
Quem é que chamou "pasquim de extrema-direita" ao Diabo?
Enxergue-se. V. não criticou. V. atirou logo com a etiqueta que dá direito a fogueira.
Eu respondi-lhe que o Público é de extrema-esquerda e esse epíteto nunca é usado pela escardalhada que sabe chamar nazi ou de extrema-direita a tudo o que não é comuna ou xuxa.
Diga-me cá, por que motivo apelida de "subtilezas" a mudança de Director deste jornal? O novo Director será persona non grata? Há aqui qualquer coisa que me está a escapar. Elucide-me por favor:)
ResponderEliminarMaria
Semanário político...
ResponderEliminarCumpts.
Hummm... I see:)
ResponderEliminarMaria
Quer dizer, transformaram o jornal fundado por Vera Lagoa num pasquim de propaganda frouxa de extrema-direita, e agora estranha que tenham mudado um subtítulo. Realmente, ele há coisas que dão vontade de sei lá o quê.
ResponderEliminarDão vontade de pregar um ferrete antifascista. «Extrema-direita» (com hífen) é um daqueles sem pre a jeito, não...?
ResponderEliminarTome lá um cravo.
Engraçado como nunca se lembram de dizer "O Público da extrema-esquerda".
ResponderEliminarO engraçado é que basta alguém criticar para ser logo de extrema-esquerda. Tal como acontece nas críticas inversas, é-se logo fascista. Os senhores enxerguem-se. Os extremos tocam-se e eu não tenho nem quero ter nada a ver com nenhum deles. Mas agora, não venham com lamentações inúteis e ridículas.
ResponderEliminarQuem é que chamou "pasquim de extrema-direita" ao Diabo?
ResponderEliminarEnxergue-se. V. não criticou. V. atirou logo com a etiqueta que dá direito a fogueira.
Eu respondi-lhe que o Público é de extrema-esquerda e esse epíteto nunca é usado pela escardalhada que sabe chamar nazi ou de extrema-direita a tudo o que não é comuna ou xuxa.
Tirassem-vos essas palavras da boca e nem sabiam o que dizer.
ResponderEliminarPrecisamente porque nunca conseguem elaborar um argumento- basta-lhes os chavões ad hitlerum.
O Martinez é um bom intelectual que escreve no Público e que nada tem a ver com qualquer "extrema-direita" em parte alguma do mundo.
Tem apenas com a vossa por terem sido formatados à nascença com toda essa semântica imbecil nascida no PREC.
No Público? eu disse no Público
ResponderEliminarMartinez?!...
ResponderEliminarFacho.
Reflexo condicionado.
Gosto de politicos independentes. São assim uma espécie de leite creme feito de Pudim do Velhote..
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