D. Marcelo, o afectuoso, quase a abrir o discurso ao Corpo Diplomático com:
« Devem [vocês] provavelmente esperar que quebre o protocolo (…) Pois não vos vou desapontar.»
Para não desapontar, vertamos os interlocutores ao singular:
« Deve [você] provavelmente esperar que quebre o protocolo (…) Pois não te vou desapontar.»
Mesmo sem próclise [interpolada] o crioulo nunca desaponta, portanto, quebra-se a Gramática também.
E quase a fechar, vai de optimizar com o p muitíssimo audível (minuto 33:52). No discurso publicado oficialmente, porém, optimizar vem escrito sem p. Que papel estaria D. Marcelo, o aftoso, a ler? Papel de notas falsas ou pergaminho de mau coiro?...
Discurso do Presidente da República sobre a política externa portuguesa
na apresentação de cumprimentos pelo Corpo Diplomático.
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, 10 de Março de 2016.
(Revisto. O som do tubo pode sair fanhoso, mas não foi de propósito.)
A falar assim e pelo que vejo, podemos muito bem estar em presença de um potencial ministro do ençino superior no futuro.
ResponderEliminarCumpts
Um presidente quase feminista. Logo, quase um «presidenta».
ResponderEliminarCumpts.
Quase feminista.
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