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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Infecto-jornalismo

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 Uma sondagem qualquer deu o Pó-Demos á frente do P.S.O.E. Foi o sufficiente para ficarmos informados de tudo quanto havia a saber de eventuaes eleições em Hespanha. Quem nas ganharia não interessa. Nem existe.

15 comentários:

  1. A costumada "intoxicação social" que temos e que vai em linha com as recentes correntes político-trampolineiras, que dizem que a soma dos derrotados vale mais que o ganhador.

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  2. Anónimo5/2/16 02:17

    Fugindo do tema.

    Não havia 'nexexidade' (como dizia o outro). You know what I mean:)
    Maria

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  3. Dependesse só dos "jornaleiros" e votassem só estes, e o "Pódemos" ganharia com, pelos menos, 80% dos votos.

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  4. Zephyrus5/2/16 19:26

    Também em França.

    http://www.theguardian.com/world/2016/feb/05/not-the-oignon-fury-france-changes-2000-spellings-ditches-circumflex

    Há um odor a aventalinho no ar.

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  5. Zephyrus5/2/16 19:28

    O Iglésias ganhou mais de 100 mil euros no último ano.

    Dá perto de 10 000 por mês num país onde o salário mínimo não chega aos 700 euros.

    Mas diz-se defensor dos pobres.

    Bem que poderia ser o primeiro a dar o exemplo, e distribuir o excesso que tem por aqueles que precisam.

    Ser socialista com o dinheiro dos outros é fácil

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  6. Anónimo6/2/16 10:29

    Realmente dá que pensar... Quem nos governa? Por cá a nível local "cria-se" o típico: http://jf-sdomingosbenfica.pt/partilha-da-receita-do-pastel-sao-domingos/

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  7. Intoxicação, diz bem. Lavagem cerebral também daria. Quantos não são levados na doutrinação deliberada?
    É que já funciona em circuito fechado, esta coisa.
    Cumpts.

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  8. Ser socialista ou outra coisa qualquer. Com o dinheiro dos outros...
    Cumpts.

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  9. Sim. E os 20% de sobejo serão até generosos para provar a pluralidade democrática. 5-10% seria suficiente.
    Cumpts.

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  10. Notável! O típico na hora; a tradição começa já amanhã.
    Estudassem estas bestas um nadinha, cultivassem-se uma migalhinha e saberiam que o típico eram as queijadas. Vem no Guia de Raul Proença (p. 435) que a Gulbenkian reeditou às carradas e vende por treuze euros. Nem raro de achar ou complicado aprender.
    Que nulidades, credo!

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  11. Muito curioso este seu "treuze" sublinhado e repetido. Estou para escrever sobre a fonética do cardinal por si assinalado, tal como o era nos meus tempos de Escola e Liceu e, por habituação, nunca mais deixei de o fazer deste modo, menos acentuado, embora, mas ainda assim... Hábitos da pronúncia havida nas Escolas e Liceus da Capital? Tenho a certeza que sim. Consigo passava-se o mesmo?, esta também era a sua pronúncia? Hummm:)
    Mas, diga-me, exactamente por que motivo colocou a fonética do vocábulo em itálico? Volto a repetir, muito curioso:)
    Maria

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  12. Sei até de quem diga «douze» por afectamento de hipercorrecção, a par de «treuze» por inconsciente reminiscência popular. Ambos os casos coexistem simbiòticamente na mesma pessoa, calcule.
    O itálico é só a marcar que é fala popular.
    Cumpts.

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