Uma sondagem qualquer deu o Pó-Demos á frente do P.S.O.E. Foi o sufficiente para ficarmos informados de tudo quanto havia a saber de eventuaes eleições em Hespanha. Quem nas ganharia não interessa. Nem existe.
A costumada "intoxicação social" que temos e que vai em linha com as recentes correntes político-trampolineiras, que dizem que a soma dos derrotados vale mais que o ganhador.
Realmente dá que pensar... Quem nos governa? Por cá a nível local "cria-se" o típico: http://jf-sdomingosbenfica.pt/partilha-da-receita-do-pastel-sao-domingos/
Intoxicação, diz bem. Lavagem cerebral também daria. Quantos não são levados na doutrinação deliberada? É que já funciona em circuito fechado, esta coisa. Cumpts.
Notável! O típico na hora; a tradição começa já amanhã. Estudassem estas bestas um nadinha, cultivassem-se uma migalhinha e saberiam que o típico eram as queijadas. Vem no Guia de Raul Proença (p. 435) que a Gulbenkian reeditou às carradas e vende por treuze euros. Nem raro de achar ou complicado aprender. Que nulidades, credo!
Muito curioso este seu "treuze" sublinhado e repetido. Estou para escrever sobre a fonética do cardinal por si assinalado, tal como o era nos meus tempos de Escola e Liceu e, por habituação, nunca mais deixei de o fazer deste modo, menos acentuado, embora, mas ainda assim... Hábitos da pronúncia havida nas Escolas e Liceus da Capital? Tenho a certeza que sim. Consigo passava-se o mesmo?, esta também era a sua pronúncia? Hummm:) Mas, diga-me, exactamente por que motivo colocou a fonética do vocábulo em itálico? Volto a repetir, muito curioso:) Maria
Sei até de quem diga «douze» por afectamento de hipercorrecção, a par de «treuze» por inconsciente reminiscência popular. Ambos os casos coexistem simbiòticamente na mesma pessoa, calcule. O itálico é só a marcar que é fala popular. Cumpts.
A costumada "intoxicação social" que temos e que vai em linha com as recentes correntes político-trampolineiras, que dizem que a soma dos derrotados vale mais que o ganhador.
ResponderEliminarFugindo do tema.
ResponderEliminarNão havia 'nexexidade' (como dizia o outro). You know what I mean:)
Maria
Dependesse só dos "jornaleiros" e votassem só estes, e o "Pódemos" ganharia com, pelos menos, 80% dos votos.
ResponderEliminarTambém em França.
ResponderEliminarhttp://www.theguardian.com/world/2016/feb/05/not-the-oignon-fury-france-changes-2000-spellings-ditches-circumflex
Há um odor a aventalinho no ar.
O Iglésias ganhou mais de 100 mil euros no último ano.
ResponderEliminarDá perto de 10 000 por mês num país onde o salário mínimo não chega aos 700 euros.
Mas diz-se defensor dos pobres.
Bem que poderia ser o primeiro a dar o exemplo, e distribuir o excesso que tem por aqueles que precisam.
Ser socialista com o dinheiro dos outros é fácil
Realmente dá que pensar... Quem nos governa? Por cá a nível local "cria-se" o típico: http://jf-sdomingosbenfica.pt/partilha-da-receita-do-pastel-sao-domingos/
ResponderEliminarIntoxicação, diz bem. Lavagem cerebral também daria. Quantos não são levados na doutrinação deliberada?
ResponderEliminarÉ que já funciona em circuito fechado, esta coisa.
Cumpts.
Claro que havia.
ResponderEliminar:)
Cumpts.
Ser socialista ou outra coisa qualquer. Com o dinheiro dos outros...
ResponderEliminarCumpts.
Sim. E os 20% de sobejo serão até generosos para provar a pluralidade democrática. 5-10% seria suficiente.
ResponderEliminarCumpts.
Como qualquer ladrão.
ResponderEliminarUm fedor!
ResponderEliminarCumpts.
Notável! O típico na hora; a tradição começa já amanhã.
ResponderEliminarEstudassem estas bestas um nadinha, cultivassem-se uma migalhinha e saberiam que o típico eram as queijadas. Vem no Guia de Raul Proença (p. 435) que a Gulbenkian reeditou às carradas e vende por treuze euros. Nem raro de achar ou complicado aprender.
Que nulidades, credo!
Muito curioso este seu "treuze" sublinhado e repetido. Estou para escrever sobre a fonética do cardinal por si assinalado, tal como o era nos meus tempos de Escola e Liceu e, por habituação, nunca mais deixei de o fazer deste modo, menos acentuado, embora, mas ainda assim... Hábitos da pronúncia havida nas Escolas e Liceus da Capital? Tenho a certeza que sim. Consigo passava-se o mesmo?, esta também era a sua pronúncia? Hummm:)
ResponderEliminarMas, diga-me, exactamente por que motivo colocou a fonética do vocábulo em itálico? Volto a repetir, muito curioso:)
Maria
Sei até de quem diga «douze» por afectamento de hipercorrecção, a par de «treuze» por inconsciente reminiscência popular. Ambos os casos coexistem simbiòticamente na mesma pessoa, calcule.
ResponderEliminarO itálico é só a marcar que é fala popular.
Cumpts.