Madragôa, de Perdigão Queiroga. Excerto da Pr. Pasteur à Av. João XXI, pelo Areeiro. Para espantar o desespero (José Luís — Carlos José Teixeira) e entregar uma telefonia (Trinca-Espinhas — Barroso Lopes). Boa gorjeta, 20$00, fora o que o Sr. Santana (Manuel Santos Carvalho) lhe põe na algibeira do casaco.
O cego do acordeão ainda o conheci à esmola no metropolitano, uns trinta anos depois.
Madragôa
(Perdigão Queiroga, 1952)
Este Carlos José Teixeira é pai ou familiar próximo do Carlos(?) José Teixeira que trabalha na SIC e faz uns programas de entrevistas a políticos, economistas e outras personagens com algum relevo e importância na sociedade?
ResponderEliminarSe o pai dele é efectivamente o actor supra citado e se este ainda fosse/for vivo teria/terá vergonha do caminho trilhado pelo filho, sobretudo devido ao oportunismo de que padece e do situacionismo em que se embrenhou, beneficia e gratamente sobrevive.
O citado actor, que tive oportunidade de conhecer brevemente, era um Senhor na verdadeira acepção da palavra.
Maria
Como era um horror a Lisboa do feixismo: alcatrão liso, passeios cuidados, fachadas impecáveis, gente vestida a preceito, miudagem sã ... até portugueses na rua.
ResponderEliminarObrigado pela lembrança!
Abraço amigo
De nada. Aquela cidade era um encanto. O mundo degradou-se entre tanto. Cumpts.
ResponderEliminarCreio que se refere ao António José Teixeira, ex-dirtor de concentrados da S.I.C.? Não sei. Talvez não.
ResponderEliminarCumpts. :)