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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Concessão ao football (ou nem tanto)

 Tenho estado aqui a ver o Sportem com um club bavaro. Não estou com muita attenção, mas do que me apercebo não há um jogador alemão com nome alemão. Commento isto alto com a senhora que me só diz — E não é o Sporting o mesmo?
 Pois, agora é assim por todo o lado. Ou como dizia o cigano: é tudo uma raça pegada. E os nomes são mais moiros que outra cousa.
 Ah! Bom, agora saiu um Brandt.


 


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Recorte do Diário de Notícias de 25/IV/1974 no blogo do Catano.

2 comentários:

  1. marcos Pinho de Escobars19/2/16 21:26

    É que para os senhores da nova ordem mundial, multi-culti, a Alemanha (ou o que resta dela) não é Alemanha porque lá vivem alemães...mas o contrário. É tudo um prédio de apartamentos, um condomínio, um terreno. Desde que a nacionalidade foi transformada num papelinho qualquer, apto a ser distribuído em quantidades industriais, cogito exigir a minha desnacionalização. Abraço amigo.

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  2. É. A nacionalidade feita mercadoria: em alta para apostas de casino com olhos rasgados; em baixa na pobre batota caseira.
    Num caso colhe dividendos portas dalguns adentro; no outro lançam-lhe interdito e põem-lhe grades cerradas.
    Cumpts.

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