O eléctrico 13 que se via ainda ontem para Carnide numa garganta da Estrada das Laranjeiras ia justamente aqui, só que se via vindo de lá para cá. O prezado leitor José Lima foi quem catou bem o ponto no mappa: Estr. das Laranjeiras 218, na exacta confluência da Rua das Laranjeiras com a Estrada das dictas. — Se me não engano agora, a Rua das Laranjeiras (à esq.) designou-se Azinhaga da Ponte (ou Fonte) Velha; descia, como ainda desce, da Palma — lugarejo ancestral que se por ali conserva encravado entre edificado pós-modernista-ò-pós-modernaço e rodovias xpto.
Um pouco adeante, caminho de Sete Rios, achava-se o chafariz das Laranjeiras ante a quinta do conde de Farrobo, que marca ainda agora o entroncamento da Estrada das sobredictas Laranjeiras com a Calçada da Palma de Baixo. O progresso não lhe deu cabo (ao chafariz) mas deu-lhe uma reviravolta...
Na Calçada da Palma de Baixo, nº 2 (photo em cima, à dir.) via-se na primitivamente o portão e placa da Quinta das Rosas, tal qual se o ainda lá pode ver agora, afortunadamente; o alargamento da Calçada da Palma de Baixo fez-se à custa do largo do chafariz.
Justamente na calçada, imediatmente a seguir ao portão da Quinta das Rosas há hoje uma serventia de acesso à Quinta das Palmeiras onde, segundo a leitora Zazie, era o colégio do Infante de Sagres. Cuido que fosse assim.
Photographias: 1) Rua e Estr. das Laranjeiras, 2) Chafariz das Laranjeiras e 3) Calç. da Palma de Baixo (Ed. Portugal, 1944); 4) Col. do Infante de Sagres (Kurt Pinto, 195...). In archivo photographico da C.M.L.
Era mesmo!
ResponderEliminarObrigada.
Ainda tenho fotografias da minha adolescência nessas paragens (ainda que nessa altura o colégio já estivesse desactivado. Mas existia a escola de equitação).
Mais depressa se apanha um mentiroso...
ResponderEliminarZazie é um homem.
O colégio "Infante de Sagres", que frequentei, era só para rapazes. Cavá-los! Propriedade duns nobres "de Palma" (daí a Calçada de Palma de Baixo). Ocupavam várias moradias na Quinta. Venderam aquilo tudo, como hoje se vê. Conheci a malta de Palma da minha geração em Monte Gordo, durante dois verões. Na altura eram bem educados mas convencidos: os precursores dos bétinhos.
ò cretino.
ResponderEliminarHomem é a tua mãe.
Eu nunca disse que andei no colégio. Até disse que já estava desactivado.
Ia lá praticar equitação.
A equitação não era só para homens, como é óbvio de ver.
Essa escola depois ainda mudou e foi para um recinto ao lado da antiga RTP na alameda do Lumiar
Uma das Palma Leal foi minha colega no Colégio Académico, onde andei.
Este xpto é tarado. Só vem aqui para me perseguir e insultar.
ResponderEliminarHá cada doente mental à solta na net que faz favor.
Qual é a ideia de um idiota que nem blogue tem e que ninguém conhece, vir dizer que eu sou homem ou minto.
Eu tenho um blogue e há um bom punhado de internautas que me conhecem ao vivo.
Não tenho que justificar nada e muito menos que aturar imbecis de má-fé e ordinários que vêm aqui para estragar a delicadeza do Bic Laranja
Só por coisas- está aqui.
ResponderEliminarFernando Ralão- foi este o excelente cavaleiro que me deu aulas. Ainda na Infante Sagres do Infante Sagres da calçada
http://www.equitacao.com/noticia.php?n=9389&
(já não me conseguia lembrar do nome mas foi ele. Era excelente. E havia outro instrutor mais velho do qual não me recordo o nome).
Emílio Mota!
ResponderEliminarO Sr. Mota da Infante Sagres- aqui:
http://www.celg.pt/centro_equestre/luis_valenca2.htm
Mais rapidamente se apanha um rufia cretino e se prova que mentiroso é ele.
«Em 1963 começou a trabalhar profissionalmente no ensino de Cavalos no Picadeiro Infante de Sagres e após a extinção destas instalações continuou no Picadeiro da Alameda das Linhas de Torres, no Lumiar, também propriedade de seu Padrinho.»
ResponderEliminarTal e qual como eu disse.
Comentários são bem vindos. Questiúnculas pessoais, não!
ResponderEliminarAgradeço a contenção.
Na verdade o meio mal-entendido enriqueceu o verbete. Obrigado!
ResponderEliminarDe nada, caro Bic
ResponderEliminarA última escola ficava ao pé de outra coisa lindíssima e que me maravilhava a fantasia- os Estúdios da Tobis
Questiúnculas é com o zazie
ResponderEliminarQuem se justifica escrevendo que "Não tenho que justificar nada", é claro como água que é aldrabão.
ResponderEliminarAs suas questiúnculas não me interessam. São descabidas aqui.
ResponderEliminarO modo trauliteiro aqui é exclusivo meu. É escusado continuar. Não terá mais resposta à sua provocaçãozinha.
ResponderEliminarSó uma nota para que isto nunca mais aconteça:
ResponderEliminarEu não faço a menor ideia quem seja esse tal xpto e nunca antes, em parte alguma da blogosfera, tinha sequer dialogado com o psicopata.
A perseguição e insultos aconteceram exclusivamente aqui (hoje e no outro dia desejando-me a morte a título de nada) por patologia que nem me interessa apurar.
Bem sei. Foi meio intempestivo não sei sei porquê.
ResponderEliminarAdeante.
No lugar de Palma, que menciona, laborou a Fábrica Cerâmica da Viúva Lamego até ao fim dos anos 80: recordo-me bem do som da sereia fabril que assinalava o início e o fim das jornadas de trabalho. Palma era portanto, na sua génese, um lugar eminentemente operário, como se comprova pelo casario térreo mais antigo que ainda hoje por lá se consegue vislumbrar.
ResponderEliminarDe resto, a zona das Laranjeiras e de Benfica pré-anos 1950/1960 tinha esta curiosidade: nela se mesclavam vilas e casario operário com palácios e quintas de famílias aristocráticas ou com origens na ascendente burguesia liberal oitocentista.
A zazie é mulher. Conheço uma pessoa ligada à Arquitectura que a conhece e me falou dela. Esse boato de ser homem é apenas isso. Um boato.
ResponderEliminarUma pessoa ligada à arquitectura que me conhece? como zazie?
ResponderEliminarEssa é que me intriga porque eu só ando clandestina para quem me conhece
AHAHAHAHAH
Não foi só nas Laranjeiras. De Chelas a Marvila e ao Poço do Bispo há palácios e quintas rodeadas por vilas operárias. Em Alcântara também mas sobram menos vestígios.
ResponderEliminarA dinâmica industrial e urbana deveio no que sabemos, e continuará, até à entropia geral.
Cumpts.
Bem lembrado, eu é que não conheço tão bem a zona oriental de Lisboa e não recordei desse exemplo.
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