O marco que se vê dá os 300,9, 500,9 ou 700,9 metros num km desconhecido. [Estupidez. O marco indica os 700 m do km 9. Parece-me que hoje se queda por lá o marco dos 10,1 kms. A estrada cresceu!]
Estrada Nacional ...? Portugal, [s.d.].
Mário de Novais, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.
Parece-me quase certo ser 7 e 9
ResponderEliminarE à direita por meio dos pinheiros uma torre sineira. De que lugar poderá ser?
ResponderEliminarCumpts.
Vou tentar contribuir para o desvendar do mistério:
ResponderEliminar1- A cena é na área de Lisboa? Se sim, não tenho nada a dizer, com grande pena minha.
2- A fazer fé nas quilometragens sugeridas pelo caro Bic, então só poderá(ia) ser a EN 1 ou a EN 2, se bem que eu ache que o marco hectométrico é o 7 do km 9.
3- A ser assim, a cena PODERIA bem ser na EN 13 em Vilar do Pinheiro perto do Porto*, uma vez que o km 10 está ligeiramente atrás, mas com esta doença das rotundas, é consistente com o marco antigo; a vegetação do separador central também o é com o da foto; acresce a isto o facto de outrora o pavimento ser de empedrado do tipo apresentado pela foto, mas é a penas uma ideia. E, mais difícil ainda: Existe um muro do lado esquerdo depois da curva também em pedra e com a entrada já não tão graciosa como a da foto mas, outrossim, mais ao gosto do eurocaixilho , com a devida vénia ao caro Bic e com o mesmo tipo de cultivo: o milho**; a igreja é que não consigo descortinar.
Cumpts
* = https://www.google.pt/maps/@41.2592613,-8.6601475,3a,75y,318.97h,80.59t/data=!3m6!1e1!3m4!1shtuESPpjXvMIgoPpOxJ5Zw!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-PT
**= https://www.google.pt/maps/@41.2604994,-8.6616275,3a,75y,279.56h,58.44t/data=!3m6!1e1!3m4!1sajgrRHVlEgTeA7WyQ3oKpw!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-PT
Muito boa proposta. Provavelmente apostaria por Lisboa, mas é muito plausível ser neste lugar.
ResponderEliminarObrigado!
Antes de ler os comentários, ocorreu-me curiosamente que pudesse ser um trecho da Nacional 13, à saída da Maia, que poderá ser em Vilar do Pinheiro. Os campos de milho e a paisagem parecem-me muito compatíveis. O empedrado da estrada também milita a favor desta hipótese. Só um factor contra: a matrícula do carro com as letras IC julgo que seria do sul do país (o que, por si só, não elimina, como é óbvio, a hipótese). JHS
ResponderEliminarO pedaço de estrada ajusta-se, de facto. A ausência da igreja e a matrícula com letras atribuídas da D.G.V. de Lisboa não corroboram. Nem infirmam. Até ver é a melhor hipótese.
ResponderEliminarCumpts.
Mais uma achega: vista (com a prestimosa ajuda do Dr. Google) a fachada da igreja de Vilar do Pinheiro, em especial a (única) torre do sino, diria que pode bem ser a torre que se alcança na fotografia, no meio dos ramos dos pinheiros.
ResponderEliminarUm contra: não encontro no desenho actual da Nacional 13, perto da dita igreja, uma curva como a da fotografia.
JHS
Caro Bic, é com o meu ar triunfal do costume que tenho o prazer de lhe dizer que o mistério está resolvido: a cena é mesmo onde eu disse, corroborado que fui pelo nosso correligionário JHS, o qual também estava certo em tudo o que disse.
ResponderEliminarSucede apenas que há hoje um mamarracho que nos oculta a vista da magnífica igreja de Santa Marinha dos peitos (!) padroeira das senhoras que padecem de um qualquer mal dos peitos, desde a falta de leite para alimentar o seu bebé até ao extremo pavoroso que é o cancro da mama; mas o caro Bic tem esta aura: por via desta pequena diatribe, acabei por me “armar” em Sherlock Holmes de trazer por casa e fui na demanda da misteriosa igreja* e deparei-me com um pequeno e escondido tesouro do qual lhe dou conta por correio electrónico que agradeço, tenha a bondade de verificar; fico curioso em ver a sua reacção; só lhe digo que terei passado a 20 m da dita, centenas - quiçá milhares de vezes - e se não fosse por si, provavelmente nunca a teria conhecido.
O meu bem-haja, pois!
Calorosos cumprimentos
*= https://dl.dropboxusercontent.com/u/14097568/Igreja_Santa_Marinha.jpg
A sua achega, apesar de tudo, parece que motivou resultado. Faltava algum trabalho de campo. Felizmente foi feito.
ResponderEliminarObrigado do seu interesse.
Cumpts.
Ora bem! Quebra-tolas resolvido, fruto do seu empenho e generosidade para se pôr em campo. É-me gratificante que deslindasse o enigma, e inesperado, porquanto a imagem pilhei-a dum lote em que as demais são sobretudo de Lisboa e arredores. Foi uma afortunada coincidência tê-lo cá entre os leitores, porque doutra maneira era mais uma fotografia sem rasto entre tantas que ninguém sabe já identificar. Talvez seja arte de Santa Marinha de Vilar de Pinheiro para darmos por Ela, primeiro entre os pinheiros, finalmente além dos mamarrachos que nos cerceiam os horizontes nestes dias de olvido.
ResponderEliminarAssim é uma satisfação. Muito obrigado
Dr. Google?
ResponderEliminarQuem é esse?
Sei que googol quer dizer: 1+100 zeros.
Afinal onde fica, agora, aquele lugar com um automóvel para cá e outro para lá, que na época causaria graves problemas emocionais às pessoas. Santa Marinha, a N. Sra. Senhora protectora das mulheres com cancro na mama. Coitada da Santa, quando se especializou, nem lhe passava pela cabeça
a trabalheira que iria ter.
Valdemar Silva
Um automóvel para cá e outro para lá, ainda agora parece causar problemas emocionais...
ResponderEliminarPreciso é manter a calma e contar até treuze. É esse o n.º da estrada. Vá por ela até a achar a Santa.
Cumpts.
Generosidade sua, como sempre, e que lhe agradeço reconhecido; mas foi um gosto tê-lo feito, pois que a recompensa, desta vez, veio com extras; Ela, a Santa, deve mesmo ter tido intervenção em todo este caso, porquanto isto tudo é um verdadeiro desafio à Teoria das Probabilidades.
ResponderEliminarCumpts
Caro JHS:
ResponderEliminarA curva de que falamos está situada ao km 10,1, ou isso que é.
Cumpts
E a saga continua:
ResponderEliminari= Inspector Jaap, com as minhas desculpas.
Cumpts
Estrada Nacional N. 13.
ResponderEliminarPara quem a conheceu, basta ver as estruturas em granito, a plantação de milho e as vinhas suspensas em latadas. Isso não existe no sul. Além do mais, e se a memória não me trai, lembro-me vagamente deste troço em que os dois sentidos estavam separados.
:)
ResponderEliminarCumpts.
Obrigada. 🙂
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