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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Da harmonia architectonica occulta

Corte transversal da basílica da Batalha (J. Murphy, 1795)

In James Murphy, Plans Elevations Sections and Views of the Church of Batalha, in the Province of Estremadura in Portugal by Fr. Luis de Sousa; with remarks. To which is prefixed an Introductory Discourse on the Principles of Gothic Architecture, London, I. & J. Taylor, High Holborn, 1795. 

4 comentários:

  1. É isto.

    Antigamente a arquitectura respeitava proporções retiradas da Natureza. Se a Natureza é bela e foi criada por Deus; se o Homem foi feito à imagem e semelhança de Deus; logo as proporções da Criação são as que deveremos tentar utilizar na obra humana.

    A Beleza é relativa ou subjectiva? Para mim a Beleza deve ser racional. Tem regras. Por isso creio que a Arte morreu há muito tempo. Quando vejo um edifício setecentista joanino, uma catedral gótica, um templo grego, algo em mim identifica com alegria a Beleza, e sinto-me bem. Olhar para as ruas de uma Lisboa moderna é como receber facadas na alma. Tenho dias em que não tenho vontade de sair à rua em Portugal. A fealdade fere uns, e os menos instruídos nestas coisas, inconscientemente, também sofrem.

    É isto a morte do Ocidente.

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  2. Zephyrus, que excelente comentário!
    Que Deus o proteja e que o guie.

    Santo António escreveu:
    O Senhor Jesus Cristo esteja
    ► junto de nós, para nos defender;
    ► dentro de nós, para nos conservar;
    ► à frente de nós, para nos guiar;
    ► atrás de nós, para nos guardar;
    ► sobre nós, para nos abençoar.
    Ele que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina pelos séculos dos séculos.
    Amen

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  3. Obrigado caro xpto.

    Acrescento que a arquitectura vernacular também respeitava proporções tradicionais.

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