A Assembleia da República, órgão legislativo por definição constitucional, padece duma maioria de esquerda. Daí me não espantar do resumo do Diário da República de hoje: três resoluções — não leis, notai! —, mas três resoluções que são palavras de ordem. A assembleia foi tomada por agitadores panfletários que — isto é extraordinário — tendo o poder legislativo nas mãos não passam do seu estado primário: a propaganda por via de, não leis, torno a dizer, mas resoluções e recomendações ao Executivo. Qual é o imperativo duma recomendação?...
O decreto regional, por seu lado, e o seu objecto, são o exemplo acabado da desagregação institucional e da entropia posta na ordem jurídica do Estado. Comparável desagregação das instituições do Estado português, nem nas invasões francesas tenho impressão; garantidamente nem nos tempos filipinos.
(Revisto às dez menos vinte da noute.)
Vexa vai receber cada vez menos opiniões minhas. Porquê? Porque Vexa não o merece. Fá-lo-ei pelos leitores.
ResponderEliminarAgora vai uma boa pergunta para uma resposta, parva creio eu:
Porque se queixa quando TODOS deixámos a inducação andar à balda. Há Dec-Lei que têm 7 a 11 alterações em menos de 6 meses após a primeira versão. País de bestas.
Que tenha um mau ano.
Que bicho lhe mordeu!
ResponderEliminarCada vez menos opiniões suas?! Que coisa! Por que se há vossemecê de dar ao trabalho?! Tire-se desses cuidados e não dê nenhuma, senhor! Verá como sossega.
As adições.
ResponderEliminarhttp://observador.pt/especiais/raspadinhas-em-busca-da-sorte-grande-as-vezes-sai-uma-adicao/
O mais grave é que nas faculdades de Medicina esta já é a linguagem.
Longe, muito longe vão os tempos em que os médicos aprendiam latim e grego para perceberem a etimologia da nomenclatura anatómica e da linguagem médica.
E mais esta, sim. Desgracados tempos!...
ResponderEliminarCumpts.