Esta gente que veio das Avenidas Novas, ou doutra saloíce qualquer, não sabe nem nunca saberá que após 1800 Lisboa não é mais do que uma Vila. Deixou de ser a capital de um Império. Basta analisar a sua feitura em Bairros. Cada Bairro é uma aldeia. São aglomerados humanos. Querer que seja estruturalmente semelhante a uma capital europeia ou asiática, é tolice (os EUA são outro tipo de tolice). Até se vai, mais rápido, a pé, à frutaria, do que ir de carro ao super-hiper-mercado.
Não. É gente nacional de importação. Vai de carro ao super e de popó votar onde compra o que de melhor vem do estrangeiro. Mas a Alameda é outra coisa. Cumpts.
Minha querida Alameda, quem te viu e quem te vê...
Por mim agradeço-lhe as lindas fotografias da monumental Alameda que vai aqui colocando e que antes do maldito 25/4 tão bem cuidada e impecàvelmente conservada sempre se encontrava.
Este regime assassino só nos trouxe o que de pior existe na humanidade. E o homem, isto é, os auto-intitulados democratas que o representam e defendem com unhas e dentes (pois, pudera!) são do mais infamante que pode haver sido concebido e são-no em todos os seus campos d'acção. Os políticos democratas e nestes estão incluídos os autarcas e quejandos, quase todos eles traidores à Pátria nesta e em todas as democracias do mundo, estão por detrás das mais escandalosas trapaças, corrupções, vigarices, roubos, crimes de sangue e de apoio às piores redes criminosas do mundo e fazem-no em todos os seus campos de acção. Todas estas tragédias e desgraças contam-se pelos dedos das duas mãos e não chegam.
A Humanidade só terá descanso quando esta maldita gente, na verdade os paus mandados travestidos de políticos impolutos que em cada democracia representam e obedecem escrupulosamente às ordens orquestradas secretamente pelo "governo (maçónico) mundial" (designação genial, esta, cunhada pelo não menos genial David Duke), desaparecer da face da Terra. E com ela o regime diabólico que os sustenta e protege. Os mesmos mundialistas que estão a destruir os seres humanos de forma acelerada por todos os meios criminosos ao seu alcance. Afinal foram os próprios que o afirmaram, já vão algumas décadas. Diziam então estar nas suas previsões reduzir a população mundial a metade nos cinquenta anos subsequentes. E é o que se tem vindo a verificar sem a mínima interrupção. Maria
A Alameda era trazida como um brinco. Era outra cultura. Queixavam-se os moços de não poderem jogar à bola na relva. Vinha de lá a polícia... Hoje a pan-liberdade leva o cão em passeio higiénico à Alameda; é «ambiental» e fertiliza a relva sem jardinagem que a cuide. A juventude vai e joga libèrrimamente à bola; a juventude mais sénior (mas sempre jovem) reza ali o terço da vida saudável, beata e democràticamente, sem caso nem descaso da porcaria em redor.
A fonte foi feita para comemorar o abastecimento de água a Lisboa, não foi? Motivo nobre, não de regime; apenas memória do esforço popular do «real da água» em prol do bem comum: matar a sede à cidade.
Agora serve de expositor à propaganda partidária, coisa muito mais nobre e moralizadora.
Esta gente que veio das Avenidas Novas, ou doutra saloíce qualquer, não sabe nem nunca saberá que após 1800 Lisboa não é mais do que uma Vila. Deixou de ser a capital de um Império.
ResponderEliminarBasta analisar a sua feitura em Bairros. Cada Bairro é uma aldeia. São aglomerados humanos.
Querer que seja estruturalmente semelhante a uma capital europeia ou asiática, é tolice (os EUA são outro tipo de tolice). Até se vai, mais rápido, a pé, à frutaria, do que ir de carro ao super-hiper-mercado.
Não. É gente nacional de importação. Vai de carro ao super e de popó votar onde compra o que de melhor vem do estrangeiro.
ResponderEliminarMas a Alameda é outra coisa.
Cumpts.
Minha querida Alameda, quem te viu e quem te vê...
ResponderEliminarPor mim agradeço-lhe as lindas fotografias da monumental Alameda que vai aqui colocando e que antes do maldito 25/4 tão bem cuidada e impecàvelmente conservada sempre se encontrava.
Este regime assassino só nos trouxe o que de pior existe na humanidade. E o homem, isto é, os auto-intitulados democratas que o representam e defendem com unhas e dentes (pois, pudera!) são do mais infamante que pode haver sido concebido e são-no em todos os seus campos d'acção. Os políticos democratas e nestes estão incluídos os autarcas e quejandos, quase todos eles traidores à Pátria nesta e em todas as democracias do mundo, estão por detrás das mais escandalosas trapaças, corrupções, vigarices, roubos, crimes de sangue e de apoio às piores redes criminosas do mundo e fazem-no em todos os seus campos de acção. Todas estas tragédias e desgraças contam-se pelos dedos das duas mãos e não chegam.
A Humanidade só terá descanso quando esta maldita gente, na verdade os paus mandados travestidos de políticos impolutos que em cada democracia representam e obedecem escrupulosamente às ordens orquestradas secretamente pelo "governo (maçónico) mundial" (designação genial, esta, cunhada pelo não menos genial David Duke), desaparecer da face da Terra. E com ela o regime diabólico que os sustenta e protege. Os mesmos mundialistas que estão a destruir os seres humanos de forma acelerada por todos os meios criminosos ao seu alcance. Afinal foram os próprios que o afirmaram, já vão algumas décadas. Diziam então estar nas suas previsões reduzir a população mundial a metade nos cinquenta anos subsequentes. E é o que se tem vindo a verificar sem a mínima interrupção.
Maria
A Alameda era trazida como um brinco. Era outra cultura.
ResponderEliminarQueixavam-se os moços de não poderem jogar à bola na relva. Vinha de lá a polícia... Hoje a pan-liberdade leva o cão em passeio higiénico à Alameda; é «ambiental» e fertiliza a relva sem jardinagem que a cuide. A juventude vai e joga libèrrimamente à bola; a juventude mais sénior (mas sempre jovem) reza ali o terço da vida saudável, beata e democràticamente, sem caso nem descaso da porcaria em redor.
A fonte foi feita para comemorar o abastecimento de água a Lisboa, não foi? Motivo nobre, não de regime; apenas memória do esforço popular do «real da água» em prol do bem comum: matar a sede à cidade.
Agora serve de expositor à propaganda partidária, coisa muito mais nobre e moralizadora.
Cumpts.