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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Do Estado livre e democrático

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  Ainda não descobri se o Estado com a emissora nacional me quere dar catequese, se amedrontar-me com o lobo mau.
 Na antena da emissora, nestes dias, têm-me diàriamente posto o terror diante com «150 novos casos de diabetes todos os dias» e «com o acidente vascular cerebral que mata um português por hora». Lançam estes ameaços à Nação por campanhas pagas, não sei se directamente com os impostos, se por O.N.G. mantidas com os impostos... Em qualquer dos casos, o caso é que ainda na semana passada me agitaram o papão do cancro nos chouriços e nas morcelas enquanto hoje faziam uma festa: a polícia dos galheteiros fez 10 anos.
 Irra!
 Do tempo òrrivel do fâchismo maldizem a torto e a direito a P.I.D.E., que se metia com a gente por conspirar contra o Estado. Mas ficava por ali. Hoje vejo-me aflito em cada mastigadela porque tenho o Estado a vigiar-me na ponta do garfo.


 


(Imagem neopidesca da Portaria 240/2010, de 30 de Abril.)

3 comentários:

  1. Este país é um tal de bananas e xicuspertos.
    Os da coisa policial vão morrer por terem de correr muito para safar o cú. É esperar para ver. Não haverá escarro (crachat) que salve alguém.

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  2. E os alarmes vão passar a ter cor: verde, laranja, cor-de-burro, etc.
    É o resultado do povo na europa querer sossego, abdicando da liberdde. Como dizia o outro, não merecem nem um nem outra.
    Imaginem como isto seria tratado pelos fácistas dos EUA. Já calculam quanto a alemanha vai perder com a aldrabice da poluição?

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  3. Alarmes às corzinhas acho que sim; como os sacos coloridos para ajudar o zé separar o lixo.
    Quanto a polícias, não tarda recrutam-se nas hordas de «coitadinhos» que nos servem ao jantar pela TV.
    Cumpts.

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