Um benévolo leitor pediu enigmas photographicos. De momento não tenho nada senão este. Um meio enigma. Faz parte duma sequência panorâmica rodada de São Sebastião a Campolide no espólio de Eduardo Portugal, no archivo photographico da C.M.L. Não tem data; deve ser anterior ao séc. XX. Este fragmento aponta ao Monsanto. Identifica-se ali a torre do colégio de Campolide. Talvez um confronto com os mapas de Filipe Folque ou do levantamento da planta de Lisboa de 1904-1911 possa ilustrar mais a imagem.
Panorâmica do alto de S. Sebastião ao Monsanto, Lisboa, [s.d.].
Espólio de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.
Alto de Monsanto? Não será o actual Alto do Parque? Ou muito me engano, ou à esquerda desta fotografia está retratado parte do edifício da Penitenciária de Lisboa, pois não há dúvidas de que aquela torre mais à direita é a do colégio dos jesuítas...
ResponderEliminarAtenção! É preciso ler o que lá está: este fragmento aponta ao Monsanto. Naturalmente que (e agora que já andei a esquadrinhar os mapas do Bing) o pé do photographo estava no outeiro sobranceiro aos armazéns espanhóis cujo nome toma cada vez mais o nome ao lugar de S. Sebastião. A objectiva viaja daí ao forte do Monsanto por entre a ala Nascente da penitenciária e o colégio dos jesuítas, sim.
ResponderEliminarCumpts.
Caro Bic
ResponderEliminarTem toda a razão: li apressadamente e sem atenção, fruto provável da minha vontade de querer resolver o enigma em questão.
Fica por confirmar se a azinhaga entre muros é a marques de Fronteira. Ou melhor, a estrada de circum-valação.
ResponderEliminarCumpts. :)
Marquês de Fronteira, digo...
ResponderEliminarBenevolamente agradece-se.
ResponderEliminarDe nada.
ResponderEliminarCumpts.