O grande Afonso de Albuquerque, homem valente e destemido que o medo não conhecia, conquistou Ormuz e fez o seu rei vassalo de el-rei de Portugal. Quando o rei da Pérsia ali mandou o seu embaixador a cobrar o habitual tributo ao rei de Ormuz, este mandou-o entender-se com o representante do novo suserano. Não sei se o embaixador da Pérsia tinha algum nome parvo como Valdis Dombrovoskis, mas, certo é que o grande Afonso de AIbuquerque o recebeu com cortesias de protocolo. Porém, em sabendo ao que vinha, logo mandou apresentar-lhe um monte de armas dizendo:
— Esta é a moeda com que el-rei de Portugal paga os seus tributos.
Isto não é lenda.
Ilustração: Carlos Alberto, História de Portugal, 13ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, [s.l.], 1968.
Tenho esta caderneta de cromos da História de Portugal, feita quando eu era menino...
ResponderEliminarCaderneta completa!!!
Lembrei-me disso quando vi o cromo que está reproduzido.
Usurpei a que tenho ao meu irmão. Incompleta e muito maltratada por mim enquanto garotinho. Divertiu-me e moldou-me o imaginário de muito novo, porém, cumprindo o que se propunha.
ResponderEliminarCumpts. :)