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domingo, 16 de agosto de 2015

O prof. Marcelo e a Expansão Portuguesa

 A pitonisa do regime largou hoje às 9h15 uma nota sonora: 600 anos da conquista de Ceuta no próximo dia 21o começo da globalização.


 Já antes arrotara elogios à Assumpção Esteves do parlamento. Como também disse que é entendido em gastroenterologia não sei como não percebeu melhor o ar que lhe saía da canalização. Talvez afinal não tenha o tubo digestivo globaligado ao cérebro.



O prof. Marcelo e a Expansão portuguesa (fotomontagem a partir de imagens da «Bairrada Digital» e d' «O Diabo»)



 Entretanto, à conta da atmosfera... volátil que paira, vou ali resguardar uma História da Expansão Portuguesa do Círculo, uns volumes da Nova História da mesma da Estampa, umas Obras Completas do Jaime Cortesão e...


(Fotomontagem do fim da globalização a partir da «Bairrada Digital» e d' «O Diabo».)

2 comentários:

  1. Do ponto de vista estratégico foi uma excelente opção. As nossas costas eram regularmente atacadas por piratas magrebinos.

    Se ainda fossemos uma potência, como é o Reino Unido, Ceuta seria fundamental para o controlo da entrada do Mediterrâneo. É que para o Ocidente dos pilares de Hércules, o mar é maioritariamente português (ZEE da Madeira, Açores e Portugal Continental).

    Lamentavelmente, a cidade ficou com Castela.

    Quando ao Professor, sempre dançou com o Diabo. E tem os mesmos «gostos» do rabudo. Nada conta.

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  2. Muito se tem dito sobra as razões da conquista de Ceuta. A geo-estratégia, como dizemos hoje, não foi a menor, embora fosse outra coisa em 1415. Tanto que sacrificámos ali um infante de Avis. Castela não verteu lá uma gota de sangue e possui hoje a cidade.
    Ironias!
    Cumpts.

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