Fernando Pessoa: Um período revolucionário é sempre uma ditadura de inferiores.
Desde os discos a 25 rotações que acabou a escolaridade. Os moços e as moças nada aprenderam pois se andava a fazer experiências rotacionárias, tipo "assim meu, pá" "vira o disco". Quem tem menos de uns 45 anitos é iletrado e ignorante. E não sonha com o que é! Não sabem ler nem escrever mas, o grave, é que não sabem pensar; julgam que estão na via certa. Requie
Também ouvi a inacreditável tirada desta menina. Até julguei ter sido eu a ouvir mal... Erro indesculpável a dever ter sido corrigido pela mesma, imediatamente após ter sido proferido. Esta menina não sabe quem foi Almada Negreiros, mas pior do que isso, os que escrevem os textos dos telejornais não sabem quem ele foi e muito menos o seu verdadeiro nome.
Ainda bem que voltou a este tema candente. Estou há que tempos para o abordar aqui.
Não sei se já reparou mas todos os que falam nas TV's, desde jornalistas a convidados, de locutores a políticos e comentadores, mesmo advogados/as, professoras/es, etc., não empregam as preposições nos seus discursos orais. Desconhecem-nas por completo.
Dizem constantemente, por exemplo: "documentação ? que recorriam para informar..."; "os locais ? que mergulharam estava interdito..."; "ele levou uma vida de crime (?) que ninguém desconfiava ..." etc.
Estas criaturas que falam (e escrevem) para o público tiveram aulas de português certamente, mas leccionadas com que género de professores? E estes seriam licenciados? Ou terão passado administrativamente todos os anos correspondentes à sua formação superior, como foi (e ainda é?) moda durante anos e não tão recentes quanto isso? Maria
Hei-de voltar a abordar um dia destes, aqui no seu espaço - já que é dos poucos bloguistas que dão a importância que este assunto merece - o erro crasso que continuam a cometer quase todos os 'inteligentes' citados acima, ao não fazerem a concordância entre o sujeito e o predicado nas proposições que verbalizam. Torna-se-me insuportável ouvi-los (ou lê-los). Semelhantes calinadas não se admitem proferidas por pessoas supostamente instruídas. Esta gente esquece-se de que ainda existem emigrantes espalhados pelo mundo (e até nacionais com poucos conhecimentos do português, como se tem verificado e bem em programas de variedades nos quais eles são interpelados) que, por variadíssimas razões, continuam a aprender ou a aperfeiçoar a nossa língua através sobretudo de programas sobre História, debate político e informativos, que seguem atentamente nos seus países de adopção.
Estimado/a s.n. Como fez Pilatos, o que escrevi está escrito. Não é uma "boca". Claro que sempre haverá a excepção que confirma a regra. Mas são os analfabetos que dirigem o país. Vexa, seguramente, já topou. E se não melhorarmos por via eleitoral, será porque não o merecemos. E será "bem feito".
Nem a locutora (agora também deram em dizer «pivot») nem o redactor do teleponto precisavam de saber nada sobre Almada. Bastava terem-lhe aprendido a papaguear o nome só de terem ouvido dizer -- olhe, como quem aprende a cantoria de dizer «pivot» em vez de locutor! -- Mas não é nada que lhes possa ter entrado no bestunto. Aliás, perceberam-se bem os referenciais desta gente: as docas; não é por elas que referem a gare marítima e não em Alcântara?!... De resto «haverão» muitos mais casos... Cumpts.
Fernando Pessoa: Um período revolucionário é sempre uma ditadura de inferiores.
ResponderEliminarDesde os discos a 25 rotações que acabou a escolaridade. Os moços e as moças nada aprenderam pois se andava a fazer experiências rotacionárias, tipo "assim meu, pá" "vira o disco".
Quem tem menos de uns 45 anitos é iletrado e ignorante. E não sonha com o que é!
Não sabem ler nem escrever mas, o grave, é que não sabem pensar; julgam que estão na via certa.
Requie
Sr.Comentador Gato: não será exagerado considerar essa maltinha dos 45 anitos, como iletrados? Todos?
ResponderEliminarAgradecido.
Também ouvi a inacreditável tirada desta menina. Até julguei ter sido eu a ouvir mal... Erro indesculpável a dever ter sido corrigido pela mesma, imediatamente após ter sido proferido. Esta menina não sabe quem foi Almada Negreiros, mas pior do que isso, os que escrevem os textos dos telejornais não sabem quem ele foi e muito menos o seu verdadeiro nome.
ResponderEliminarAinda bem que voltou a este tema candente. Estou há que tempos para o abordar aqui.
Não sei se já reparou mas todos os que falam nas TV's, desde jornalistas a convidados, de locutores a políticos e comentadores, mesmo advogados/as, professoras/es, etc., não empregam as preposições nos seus discursos orais. Desconhecem-nas por completo.
Dizem constantemente, por exemplo: "documentação ? que recorriam para informar..."; "os locais ? que mergulharam estava interdito..."; "ele levou uma vida de crime (?) que ninguém desconfiava ..." etc.
Estas criaturas que falam (e escrevem) para o público tiveram aulas de português certamente, mas leccionadas com que género de professores? E estes seriam licenciados? Ou terão passado administrativamente todos os anos correspondentes à sua formação superior, como foi (e ainda é?) moda durante anos e não tão recentes quanto isso?
Maria
Hei-de voltar a abordar um dia destes, aqui no seu espaço - já que é dos poucos bloguistas que dão a importância que este assunto merece - o erro crasso que continuam a cometer quase todos os 'inteligentes' citados acima, ao não fazerem a concordância entre o sujeito e o predicado nas proposições que verbalizam. Torna-se-me insuportável ouvi-los (ou lê-los). Semelhantes calinadas não se admitem proferidas por pessoas supostamente instruídas. Esta gente esquece-se de que ainda existem emigrantes espalhados pelo mundo (e até nacionais com poucos conhecimentos do português, como se tem verificado e bem em programas de variedades nos quais eles são interpelados) que, por variadíssimas razões, continuam a aprender ou a aperfeiçoar a nossa língua através sobretudo de programas sobre História, debate político e informativos, que seguem atentamente nos seus países de adopção.
Estimado/a s.n.
ResponderEliminarComo fez Pilatos, o que escrevi está escrito. Não é uma "boca".
Claro que sempre haverá a excepção que confirma a regra.
Mas são os analfabetos que dirigem o país. Vexa, seguramente, já topou.
E se não melhorarmos por via eleitoral, será porque não o merecemos. E será "bem feito".
Para quem é pixelim basta...tudo uma cambada de analfabetos, estamos completamente cilindrados por esta cambada...
ResponderEliminarEntão e não é que estes meliantes de 45 anos geraram filhinhos que naturalmente vão pelo mesmo caminho. Tristeza de país. Tristeza de gente!
ResponderEliminarLeia-se "... leccionadas por que género de professores" e não 'com que género...', òbviamente.
ResponderEliminarPeço desculpa pelo lapso.
Maria
É mais ou menos isso. Não têm consciência do que lhes falta.
ResponderEliminarBatemos no fundo e havemos de continuar a escavar.
Cumpts.
Nem a locutora (agora também deram em dizer «pivot») nem o redactor do teleponto precisavam de saber nada sobre Almada. Bastava terem-lhe aprendido a papaguear o nome só de terem ouvido dizer -- olhe, como quem aprende a cantoria de dizer «pivot» em vez de locutor! -- Mas não é nada que lhes possa ter entrado no bestunto. Aliás, perceberam-se bem os referenciais desta gente: as docas; não é por elas que referem a gare marítima e não em Alcântara?!...
ResponderEliminarDe resto «haverão» muitos mais casos...
Cumpts.
Serviço Público era obrigar esses locutorzinhos de pacotilha a fazer um estágio na Enfermaria do Idioma de João de Araújo Correia
ResponderEliminarhttp://estadosentido.blogs.sapo.pt/o-que-se-nao-deve-dizer-3345917?mode=reply#reply
Isso é que era...
Cumprimentos
Para o assimilarem havíamos de os alfabetizar primeiro. Uma trabalho de Hércules.
ResponderEliminarCumpts.