Ainda a propósito da persiana; na semana passada vi, circulando na estrada de Quarteira-Loulé, uma carrinha de uma loja que fabrica e vende persianas com publicidade escrita na carrinha e lá estava a todo o comprimento da caixa lateral: PERCIANAS...
Enfim...dez milhões de analfabetos alguns dos quais sabem ler...
Já desapereceu. Veio a tinta plástica que substituiu a cal, a porta de alumínio, a pressiana e a marquise, o mamarracho...
ResponderEliminarMorreu a vila cubista entre as décadas de 70 e de 90 do século passado. Faro também morreu. Tavira está a morrer. Paz à sua alma.
*Já desapareceu
ResponderEliminarJá agora permita-me: persiana.
ResponderEliminarTudo é efémero!
ResponderEliminarAinda a propósito da persiana; na semana passada vi, circulando na estrada de Quarteira-Loulé, uma carrinha de uma loja que fabrica e vende persianas com publicidade escrita na carrinha e lá estava a todo o comprimento da caixa lateral: PERCIANAS...
Enfim...dez milhões de analfabetos alguns dos quais sabem ler...
Tavira está a morrer. Com ela se acaba o que restava.
ResponderEliminarDe facto, percianas, apesar da Pérsia. Mas não estranhemos: há pêssego (< pérsico) e alperce, apesar da dita, também.
ResponderEliminarCumpts. 😊
Certo!
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