Vai-se a ver "tem haver" - locução muito em uso e pronunciada "háver" - com a geração "mais bem" preparada de sempre. Ou com isso ou com o "empreendedorismo". Ou as duas coisas.
Uma pena. Afinal o jovem em causa parece sub-dirigir (ou o que seja que por lá faz) um jornal que, independentemente do conteúdo professado, é - até ver - um raro bastião de resistência ao acordês. Mas enfim, um idioma não é só a sua ortografia.
E disse várias vezes compremisso e ao depois disse medida da caução. Cheira-me que também aprendeu a dizer arguido sem dizer o 'u'. Cheira-me...
ResponderEliminarVai-se a ver "tem haver" - locução muito em uso e pronunciada "háver" - com a geração "mais bem" preparada de sempre. Ou com isso ou com o "empreendedorismo". Ou as duas coisas.
ResponderEliminarUma pena. Afinal o jovem em causa parece sub-dirigir (ou o que seja que por lá faz) um jornal que, independentemente do conteúdo professado, é - até ver - um raro bastião de resistência ao acordês. Mas enfim, um idioma não é só a sua ortografia.
Costa
O rapaz encontro isso num "figorífico" que estava em cima duma "parteleira"!!!
ResponderEliminarDeve ter a haver com essas coisas que diz, deve. É uma pena porque assim não subdirige nada; quando muito subdirecciona.
ResponderEliminarCumpts.
Calhando foi, ahahaha!
ResponderEliminarCumpts.
É bueda empreendedor este marciano...
ResponderEliminarVai bem lançado para fazer escola. Não é o «Público» um diário de referência?!...
ResponderEliminarCumpts.